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Ação foi registrada por câmera de segurança. Homem foi demitido após o ocorrido.
Um funcionário terceirizado da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) foi flagrado agredindo um cachorro da raça Lhasa Apso em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.
O animal, que havia sido adotado ainda filhote, morreu após o ataque, ocorrido no dia 3 de outubro. Segundo a Sanepa, o funcionário foi demitido.
Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que o homem faz a leitura do hidrômetro em frente a uma casa. O cachorro se aproxima e o funcionário corre atrás do animal e o atinge com o equipamento usado para medição.
O tutor do cão, que não quis se identificar, contou à RPC, afiliada da Rede Globo no Paraná, que, inicialmente, acreditou se tratar de um acidente.
“A gente pensou que tinha sido um acidente. Levei ele para o veterinário com vida, mas ele teve uma parada cardíaca e morreu. Depois, uma vizinha olhou nas câmeras e mostrou que foi uma agressão. A gente ficou em choque e não acreditou”, disse o dono.
A identidade do trabalhador que realizou o ataque não foi divulgada.
A Sanepar informou que a empresa terceirizada responsável pelo serviço de leitura prestou assistência à família, arcou com os custos das despesas veterinárias e a cremação do animal.
Em nota, a Sanepar acrescentou que as empresas contratadas passam por treinamentos para orientar os profissionais sobre como agir em situações que envolvam animais durante o serviço.
Os tutores registraram boletim de ocorrência, e a Polícia Civil do Paraná (PC-PR) informou que o caso está sendo analisado.
Homem ficou hospitalizado por cerca de um mês após grave acidente em Coronel Freitas.
Grave acidente deixou veículo de passeio totalmente destruído.
Ministério da Defesa informou que queda ocorreu durante a decolagem. Número de vítima ainda não está confirmado.
Homem de 52 anos foi atingido com golpe no pescoço, segundo a polícia.
Carro estava em chamas quando os bombeiros chegaram no local, em Laguna. Vítima só foi percebida após a extinção do fogo.
Abusos foram cometidos até a vítima completar 15 anos. Homem foi condenado a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime fechado.