Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Proposta apresentada na Câmara busca garantir atendimento mais humano e equilibrado, respeitando critérios de risco e vulnerabilidade.
Deu entrada na Câmara Municipal de São Lourenço do Oeste o Projeto de Lei nº 25/2026, de autoria dos vereadores da bancada do PP — Altair Borges, João Carlos Suldowski, Jader Ioris e Sabino Zilli — que dispõe sobre o atendimento e o acesso prioritário à saúde, em igualdade de condições, para crianças, adolescentes, pessoas com deficiência, pessoas com transtorno do espectro autista, gestantes e idosos.
A proposta busca assegurar que esses grupos, considerados mais vulneráveis, recebam atenção adequada dentro dos serviços de saúde do município, respeitando critérios técnicos já existentes.
De acordo com o vereador Altair Borges, o principal objetivo do projeto é consolidar a legislação federal, estadual e normas correlatas, garantindo o atendimento prioritário com base nos princípios da equidade, dignidade e proteção integral.
Segundo ele, trata-se de públicos que demandam maior atenção, seja por questões biológicas, desenvolvimento físico e cognitivo, condições específicas de saúde ou maior risco de agravamento clínico.
Borges ressalta que a prioridade prevista no projeto deve ser aplicada de forma justa e responsável, sem comprometer a lógica técnica dos atendimentos.
Ele explica que, nos casos em que houver igualdade de condições entre pacientes, ou seja, quando apresentarem o mesmo grau de urgência ou emergência, a priorização desses grupos tem como objetivo garantir um atendimento mais sensível às suas necessidades.
O vereador destaca ainda que a proposta não representa privilégio indevido, mas sim uma forma de corrigir desigualdades naturais e sociais, promovendo um atendimento mais humano e eficiente.
Atualmente, o atendimento em saúde, especialmente nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), segue protocolos como o Catarinense de Acolhimento com Classificação de Risco (PCACR) e o Protocolo de Manchester, que organizam a prioridade conforme a gravidade do quadro clínico.
Nesses sistemas, os pacientes são classificados por cores:
vermelha (emergência), laranja (muito urgente), amarela (urgente), verde (pouco urgente) e azul (não urgente).
Segundo Borges, o projeto não altera essa lógica, mas busca garantir que, dentro dessas classificações, os grupos prioritários recebam atenção adequada, especialmente em situações em que os critérios técnicos, isoladamente, não sejam suficientes para definir a ordem de atendimento.
O Projeto de Lei nº 25/2026 segue agora para análise das comissões permanentes da Câmara Municipal de São Lourenço do Oeste. Após essa etapa, estará apto para discussão e votação em Plenário.
A proposta ainda pode receber ajustes durante a tramitação antes de uma possível aprovação.
Jovens abordaram a valorização da vida, os cuidados com a saúde emocional e a responsabilidade no trânsito durante ação com a comunidade.
Projeto atualiza a vinculação e a composição do órgão para adequá-lo à estrutura administrativa de São Lourenço do Oeste.
Indicação cita dificuldades de trafegabilidade e a importância do trecho para famílias, produção rural, transporte escolar e serviços de emergência.
Proposta prevê redes de proteção, capacitação profissional e ações de conscientização voltadas à população infantojuvenil.
Proposta apresentada na Câmara de São Lourenço do Oeste altera a denominação da entidade na legislação municipal.
Proposta assinada pelos nove vereadores reconhece a trajetória do homenageado na saúde, no esporte e no trabalho comunitário em São Lourenço do Oeste.