Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Menor atacou vítima de 41 anos com um pedaço de garrafa quebrada no início de outubro.
A Polícia Civil apreendeu um adolescente de 16 anos apontado como responsável pela morte de Ivanor Pereira Seferino, de 41 anos, ocorrida na madrugada do dia 2 de outubro, no bairro Palmital, em Chapecó.
Segundo a investigação, a vítima foi morta com golpes de um pedaço de garrafa quebrada, que causaram um corte profundo no pescoço. O corpo foi encontrado em uma área de mata.
Conforme apurado pela polícia, o crime teria sido motivado por um desentendimento relacionado ao consumo de drogas ilícitas entre o autor e a vítima.
Após a identificação do suspeito, a Polícia Civil cumpriu, na tarde da última segunda-feira, dia 20, um mandado de internação provisória contra o adolescente, de origem indígena, em uma aldeia próxima a Chapecó. Com base nas provas, a polícia representou pela internação provisória do adolescente pelo crime de homicídio, medida que foi deferida pelo Poder Judiciário.
O jovem foi submetido a exame de corpo de delito e encaminhado ao Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), em Joaçaba.
A investigação foi concluída e o inquérito encaminhado ao Judiciário. Por se tratar de um menor de idade, o caso será julgado pela Vara da Infância e Juventude.
Acusado revelou detalhes do crime durante depoimento à Polícia Civil, mas corpo segue desaparecido.
Município relatou obstáculos para entrada das equipes técnicas no imóvel, onde animais vivem em situação considerada insalubre.
Polícia Militar apreendeu espingardas, cartuchos deflagrados, rádios comunicadores, faca e peças de roupa.
Homem de 33 anos foi localizado horas após o crime e confessou a autoria, segundo a Polícia Civil.
Nova exigência valerá para processos de habilitação nas categorias A e B iniciados a partir do dia 1º de junho.
Tiago Alves disse conviver há anos com o barulho excessivo no local, em Balneário Camboriú. Ele é pai de uma criança autista de 9 anos e diz que situação afeta diretamente o bem-estar do filho.