Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
A professora Ruby morreu em um acidente de trânsito no último sábado (6), em Florianópolis
A pedagoga Rubilene Dias da Silva, 31 anos, morreu em Florianópolis no último sábado (6) após sua moto colidir contra um carro. Conhecida pelos mais próximos como “Ruby”, ela atuava como professora na capital catarinense há cinco anos, mas era natural de Piripiri, no Piauí.
Ruby era descrita pela família como “intensa, sonhadora e dedicada à educação”. O translado do corpo, estimado em mais de R$ 10 mil, foi custeado por uma vaquinha realizada pela família, e a previsão de chegada em Piripiri é nesta quinta-feira (10).
Segundo testemunhas relataram à família, a piauiense seguia atrás do veículo, mas não conseguiu frear e acabou colidindo na parte traseira do automóvel. Com o impacto do acidente, o retrovisor atingiu a região do abdômen, provocando a morte de Rubilene.
Família se despede da pedagoga Ruby
Nas redes sociais, a família lamenta a partida da jovem. “Ela era solteira, foi [para Florianópolis] para trabalhar, estava vivendo a vida do jeito que ela sonhou. Estamos tentando aceitar, o que é difícil. É uma dor que não tem explicação”, lamentou Rayene Dias, irmã de Ruby.
Acidente foi registrado na tarde de sábado (27), em São Lourenço do Oeste; condutor não sofreu ferimentos.
João Guilherme Corrêa estava foragido desde 2025 e foi localizado na região de Pavia, perto de Milão, após alerta internacional.
Funcionária afirmou que era pressionada a participar de retiros espirituais em Joinville, onde teria sido questionada sobre aspectos da vida íntima.
Disputa ilegal ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, onde veículos teriam trafegado a mais de 180 km/h; uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida.
Crime ocorreu em janeiro de 2025, no Sul de Santa Catarina; réu foi condenado por feminicídio, homicídio qualificado, furto e incêndio majorado.
Crime ocorreu em julho de 2025, no Balneário de Pratas; réu também foi condenado por incêndio em casa habitada e maus-tratos a animal doméstico.