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Disputa ilegal ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, onde veículos teriam trafegado a mais de 180 km/h; uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida.
Um motorista foi condenado a 6 anos e 8 meses de reclusão, em regime semiaberto, por participação em um racha que resultou na morte de uma pessoa e deixou outra gravemente ferida em Florianópolis. A sentença também determinou o pagamento de multa e a suspensão do direito de dirigir.
O caso ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, uma das vias mais movimentadas da capital catarinense. De acordo com a decisão judicial, ficou comprovado que o réu participava de uma disputa ilegal de velocidade com outro veículo, trafegando a velocidades superiores a 180 km/h.
A conclusão da Justiça foi baseada em imagens de videomonitoramento, depoimentos de testemunhas e laudos periciais produzidos durante a investigação.
Segundo a sentença, as manobras realizadas pelos envolvidos eram compatíveis com uma competição automobilística não autorizada em via pública.
A conduta resultou na morte de uma das vítimas e causou lesões graves em outra, que precisou passar por um longo período de recuperação.
Ao fixar a pena, o magistrado considerou a gravidade dos fatos, o local onde o crime ocorreu e as consequências provocadas às vítimas.
Para o promotor de Justiça Thiago Carriço de Oliveira, que atuou no caso, a decisão serve de alerta aos condutores que trafegam em excesso de velocidade.
“A demonstração de responsabilidade e comprometimento do Poder Judiciário diante de situações graves como esta se materializa em uma decisão extremamente técnica que, ao retomar a competência para julgar o caso após a deliberação do Júri, oferece a resposta adequada que a sociedade espera”, afirmou.
A decisão reforça que a participação em rachas pode gerar responsabilização penal severa quando resulta em morte ou lesões graves.
Acidente foi registrado na tarde de sábado (27), em São Lourenço do Oeste; condutor não sofreu ferimentos.
João Guilherme Corrêa estava foragido desde 2025 e foi localizado na região de Pavia, perto de Milão, após alerta internacional.
Funcionária afirmou que era pressionada a participar de retiros espirituais em Joinville, onde teria sido questionada sobre aspectos da vida íntima.
Crime ocorreu em janeiro de 2025, no Sul de Santa Catarina; réu foi condenado por feminicídio, homicídio qualificado, furto e incêndio majorado.
Crime ocorreu em julho de 2025, no Balneário de Pratas; réu também foi condenado por incêndio em casa habitada e maus-tratos a animal doméstico.
Colisão frontal deixou outras três pessoas feridas na noite desta sexta-feira.