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Crime ocorreu em julho de 2025, no Balneário de Pratas; réu também foi condenado por incêndio em casa habitada e maus-tratos a animal doméstico.
Um homem foi condenado a 33 anos, quatro meses e 26 dias de reclusão por atear fogo em uma residência onde dormiam uma mulher e uma cachorra de estimação. A sessão do Tribunal do Júri foi realizada na última quarta-feira (24), na comarca de São Carlos, no Oeste de Santa Catarina.
A sentença reconheceu os crimes de homicídio qualificado por motivo fútil, emprego de fogo e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima; incêndio em casa habitada; e maus-tratos a animal doméstico com resultado morte.
Segundo a denúncia, o crime ocorreu na noite de 10 de julho de 2025, no Balneário de Pratas, em São Carlos, no Oeste catarinense.
O réu teria ateado fogo em um colchão no primeiro andar de uma casa de madeira. As chamas se espalharam rapidamente e causaram a morte de uma inquilina e da cachorra dela, que estavam no segundo piso da residência.
Conforme o processo, o motivo do crime seria o fato de o acusado ter sido expulso de um imóvel que ocupava como inquilino, pertencente ao mesmo proprietário da casa incendiada.
O processo tramita em segredo de justiça.
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