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Confusão aconteceu após a partida na noite quinta-feira (12). Vítima teve ferimento no crânio e foi levada ao Hospital Cajuru.
Um torcedor do Santos ficou gravemente ferido após uma briga entre torcidas registrada depois da partida contra o Athletico Paranaense, em Curitiba, na noite de quinta-feira (12). Veja imagens acima.
De acordo com o capitão Leonardo Socorro da Silva, oficial do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) da Polícia Militar (PM-PR), o grupo de torcedores do Athletico era numericamente superior ao do Santos e utilizou barras de madeira, faca e outros objetos para atacar os rivais.
A confusão foi registrada em uma estação-tubo próxima ao estádio, no bairro Água Verde.
A vítima foi socorrida consciente, com ferimento no crânio e intenso sangramento, e encaminhada ao Hospital Cajuru.
Segundo a polícia, com base em imagens, foi possível identificar vítimas e principais autores das agressões, que foram encaminhados para que a autoridade policial reúna provas e responsabilize os envolvidos pelos crimes.
Até a última atualização dessa reportagem, a polícia não informou se outros torcedores ficaram feridos.
Ao todo, 35 pessoas foram detidas, sendo 16 menores de idade, todos torcedores do Athletico Paranaense. Os adultos foram levados à delegacia para as providências cabíveis, enquanto os adolescentes foram encaminhados à delegacia especializada.
Os materiais utilizados na briga também foram apreendidos.
O g1 entrou em contato com os clubes envolvidos e aguarda retorno sobre o caso.
Vítimas foram levadas ao hospital com fortes dores e escoriações pelo corpo.
Vítima relatou não lembrar o que havia acontecido, segundo a polícia.
Vítima passou a noite em uma área de mata e depois se abrigou na casa de uma vizinha.
Réu também foi condenado por furto qualificado, já que após o crime ele roubou o automóvel e o celular da vítima e foi a uma festa na cidade vizinha.
Mulher foi agredida por três usuárias do transporte, segundo o Sindicato dos Empregados do Transporte Coletivo Urbano de Blumenau.
Investigado se intitulava líder religioso e usava da fé, vulnerabilidade e abalo psicológico das vítimas para manipulá-las e cometer os crimes, segundo a Polícia Civil.