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Réu também foi condenado por furto qualificado, já que após o crime ele roubou o automóvel e o celular da vítima e foi a uma festa na cidade vizinha.
O homem acusado de matar a esteticista Mikaella Sagás, de 29 anos, foi condenado a 70 anos, cinco meses e 10 dias de prisão em regime fechado. A decisão, divulgada pelo Tribunal de Justiça (TJ) na quinta-feira (12), aponta que o crime foi motivado por ciúmes e inconformismo com o término do relacionamento.
O feminicídio aconteceu em maio de 2025 em Biguaçu, na Grande Florianópolis. Além do assassinato, o réu foi condenado por furto qualificado, já que após o crime o homem roubou o carro e o celular da vítima e foi a uma festa na cidade vizinha de São José.
A sentença também determina o pagamento de uma indenização de R$ 100 mil, com juros e correção monetária, para a família da vítima. O homem, considerado reincidente por uma condenação anterior por roubo, não poderá recorrer da decisão em liberdade e permanecerá preso. A decisão cabe recurso.
O g1 tentou contato com a defesa do condenado, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.
Relembre o caso
O crime ocorreu na noite de 9 de maio no apartamento de Mikaella, em Biguaçu, na Grande Florianópolis. O corpo da vítima, no entanto, foi encontrado apenas na noite do dia seguinte, por volta das 19h.
Segundo a Polícia Civil, a família desconfiou do sumiço da esteticista e acionou a Polícia Militar. Com a autorização do pai da vítima, os policiais arrombaram a porta do apartamento e encontraram o corpo de Mikaella com diversos ferimentos de faca e sinais de agressão.
A identidade do autor foi confirmada após verificação das câmeras de segurança que mostram o homem saindo do local do crime vestindo roupas ensanguentadas.
Vítimas foram levadas ao hospital com fortes dores e escoriações pelo corpo.
Vítima relatou não lembrar o que havia acontecido, segundo a polícia.
Vítima passou a noite em uma área de mata e depois se abrigou na casa de uma vizinha.
Mulher foi agredida por três usuárias do transporte, segundo o Sindicato dos Empregados do Transporte Coletivo Urbano de Blumenau.
Investigado se intitulava líder religioso e usava da fé, vulnerabilidade e abalo psicológico das vítimas para manipulá-las e cometer os crimes, segundo a Polícia Civil.
Confusão aconteceu após a partida na noite quinta-feira (12). Vítima teve ferimento no crânio e foi levada ao Hospital Cajuru.