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Ramzi Mohsen Hamdar, de 49 anos, natural do Líbano, é suspeito de matar esposa e enteados e atirar contra sogra em residência no bairro Saguaçu
Quatro pessoas da mesma família foram vítimas de uma tragédia na madrugada desta quinta-feira (11), no bairro Saguaçu, em Joinville. Ingrid Iolly Araujo Silva Berilo, de 40 anos, e os dois filhos, de 15 e 11 anos, foram mortos a tiros dentro da casa onde moravam.
A sogra, Rita de Cassia Pereira Araujo Silva, de 65 anos, foi baleada e socorrida em estado grave, permanecendo internada. O suspeito é o marido de Ingrid, Ramzi Mohsen Hamdar, de 49 anos, que foi encontrado morto na residência após supostamente ter feito os disparos.
As vítimas fatais eram naturais do Rio de Janeiro, sem antecedentes policiais. Já Rita, a sogra, é natural do Rio Grande do Norte. Vizinhos relataram terem ouvido os disparos durante a madrugada, mas só souberam da dimensão da tragédia com a chegada da polícia ao local.
Suspeito de cometer chacina em Joinville
O principal suspeito do crime é Ramzi Mohsen Hamdar, de 49 anos, natural do Líbano e motorista de aplicativo. Após o ataque, ele foi encontrado morto na residência. Segundo a Polícia Científica, há indícios de que Ramzi pode ter sofrido um surto no momento do crime.
Três semanas antes da tragédia, Ingrid fez uma declaração de amor nas redes sociais. “O que falar de nós? Água e fogo? Calmaria e tempestade? Açúcar e sal? A verdade é uma só, nos completamos com queijo e goiabada. Sol e praia. Frio e coberta. Os opostos se atraem e se completam. Uma coisa sabemos: que somos a combinação perfeita para uma explosão. Te amo.”
Ramzi possuía registros policiais anteriores por ameaças, invasão de propriedade, desobediência a decisão judicial, injúria, calúnia e difamação. As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do caso.
Acidente foi registrado na tarde de sábado (27), em São Lourenço do Oeste; condutor não sofreu ferimentos.
João Guilherme Corrêa estava foragido desde 2025 e foi localizado na região de Pavia, perto de Milão, após alerta internacional.
Funcionária afirmou que era pressionada a participar de retiros espirituais em Joinville, onde teria sido questionada sobre aspectos da vida íntima.
Disputa ilegal ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, onde veículos teriam trafegado a mais de 180 km/h; uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida.
Crime ocorreu em janeiro de 2025, no Sul de Santa Catarina; réu foi condenado por feminicídio, homicídio qualificado, furto e incêndio majorado.
Crime ocorreu em julho de 2025, no Balneário de Pratas; réu também foi condenado por incêndio em casa habitada e maus-tratos a animal doméstico.