Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
O crime foi gravado em vídeos feitos por testemunhas e também pela câmera corporal do PM, que sobreviveu ao disparo.
A polícia prendeu nesta quinta-feira (11) o acusado de atirar no pescoço de um policial militar durante uma abordagem no mês passado em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo. O caso gerou bastante repercussão.
O crime foi gravado em vídeos feitos por testemunhas e também pela câmera corporal do PM Johannes Kennedy Santana Lino, que sobreviveu ao disparo. Ele chegou a ser internado, mas já teve alta hospitalar.
O homem preso agora é Kauan Alison Alves dos Santos, de 20 anos. Ele é acusado pela Secretaria da Segurança Pública de ser o homem que aparece sacando uma arma escondida e atirando em Johannes em Paraisópolis. A defesa dele não foi localizada pela reportagem.
O cabo estava numa moto e perseguia por suspeita de que ele estava cometendo "arrastões" com outro criminoso em outra região próxima, na Chácara Santo Antonio. Kauan estava em outra motocicleta, assim como um comparsa.
Após ser atingido pelo disparo, Johannes caiu e começou a sangrar. Um outro homem que estava tentando livrar Kauan da abordagem então roubou a arma do cabo, de acordo com a SSP. Ele foi identificado como Gabriel Vieira dos Santos, de 28 anos — que foi preso, mas acabou solto na semana passada.
Gabriel foi detido em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. A arma do policial também foi recuperada —ela estava escondida em uma comunidade no Campo Limpo, Zona Sul de São Paulo, conhecida como Favela da Grota.
O coronel Emerson Massera, porta-voz da Polícia Militar, afirmou à TV Globo que o cabo Santana agiu corretamente durante a ação. Segundo ele, apesar de não ser recomendado estar sozinho, a maneira como aconteceu a ocorrência levou a essa situação de o policial estar ali sem outros agentes.
Segundo a Polícia Militar, Johannes, que trabalha na PM há 10 anos, passou por uma primeira avaliação médica e os exames iniciais não apontaram lesão em órgãos ou estruturas vitais.
Acidente foi registrado na tarde de sábado (27), em São Lourenço do Oeste; condutor não sofreu ferimentos.
João Guilherme Corrêa estava foragido desde 2025 e foi localizado na região de Pavia, perto de Milão, após alerta internacional.
Funcionária afirmou que era pressionada a participar de retiros espirituais em Joinville, onde teria sido questionada sobre aspectos da vida íntima.
Disputa ilegal ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, onde veículos teriam trafegado a mais de 180 km/h; uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida.
Crime ocorreu em janeiro de 2025, no Sul de Santa Catarina; réu foi condenado por feminicídio, homicídio qualificado, furto e incêndio majorado.
Crime ocorreu em julho de 2025, no Balneário de Pratas; réu também foi condenado por incêndio em casa habitada e maus-tratos a animal doméstico.