Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Homem foi encontrado com as pernas soterradas até a altura dos joelhos e precisou ser retirado pelos bombeiros.
Um funcionário da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) ficou parcialmente soterrado após um deslizamento de terra no interior de uma vala, na manhã desta quinta-feira, dia 10, em São Miguel do Oeste, no Extremo-Oeste catarinense.
O acidente ocorreu por volta das 9h50, no bairro São Jorge, durante a execução de uma obra.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência e, ao chegar ao local, encontrou o homem consciente e orientado, com as duas pernas soterradas até a altura dos joelhos. A vítima estava presa pelos detritos e não conseguia sair por conta própria.
Segundo os bombeiros, o homem apresentava uma escoriação no antebraço direito, sem sangramento ativo, além de suspeita de fratura fechada na perna direita, na região abaixo do joelho.
Para realizar o resgate, os bombeiros utilizaram ferramentas manuais para retirar a terra e os detritos. Após a liberação parcial das pernas, uma cinta catraca foi posicionada abaixo dos braços da vítima e utilizada em conjunto com uma maca longa para permitir a retirada do trabalhador do interior da vala.
Durante as manobras de extração, a vítima recebeu oxigênio por máscara facial. Depois de ser retirada, passou por avaliação física e foi encaminhada ao pronto-socorro de São Miguel do Oeste.
Eloid da Cruz Antunes confessou o crime durante o julgamento; pena foi por homicídio quadruplamente qualificado.
Criança não sabia que estava grávida e foi encaminhada ao Hospital Regional após dar à luz dentro de casa, em Curitibanos.
Fiscalização também encontrou pães mofados, carnes sem identificação de validade e outros produtos armazenados de forma irregular.
O companheiro dela, coproprietário do estabelecimento, está foragido. A mulher é investigada pelos crimes de redução à condição análoga à de escravo, manutenção de casa de prostituição e rufianismo.
Paciente Letícia Mello realizou um combo de plásticas chamado de 'X-Tudo' pelo Ministério Público.
Casal tinha 20 e 21 anos e criança, 5 anos de idade. Corpos de mãe, filho e padrasto foram encontrados em uma mesma cama, em um quarto, debaixo de terra, lama e escombros da residência.