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No ônibus, o motorista — que também é proprietário da banda — e sua esposa ficaram presos às ferragens, sendo retirados por socorristas do Corpo de Bombeiros e encaminhados ao hospital pelo SAMU.
Uma grave colisão registrada na madrugada deste domingo (16), por volta das 3h40, na BR-158, em Pato Branco, resultou em uma morte e deixou quatro pessoas feridas. O acidente envolveu um ônibus da banda Planeta Som, de São Lourenço do Oeste, e um automóvel Honda/HR-V, com placas de Enéas Marques.
De acordo com as primeiras informações, o condutor do automóvel, morador de Pato Branco, morreu ainda no local. A passageira que o acompanhava sofreu ferimentos e recebeu atendimento das equipes de socorro.
No ônibus, o motorista — que também é proprietário da banda — e sua esposa ficaram presos às ferragens, sendo retirados por socorristas do Corpo de Bombeiros e encaminhados ao hospital pelo SAMU. Um integrante da banda também ficou ferido, porém sem gravidade.
Com o impacto da batida, o ônibus perdeu o controle, atingiu uma árvore, colidiu contra um carro e acabou parando de encontro a uma residência. Os moradores dormiam no momento e acordaram com o choque do veículo contra a casa. Apesar do susto, ninguém na residência se feriu.
A banda havia se apresentado em Pato Branco horas antes e seguia viagem para Santa Catarina quando ocorreu a colisão. As circunstâncias do acidente ainda não foram esclarecidas.
Equipes da segurança pública foram mobilizadas para atendimento da ocorrência. Após os procedimentos no local, o corpo da vítima foi recolhido e encaminhado ao Serviço Médico Legal (SML) de Pato Branco.
Homem ficou hospitalizado por cerca de um mês após grave acidente em Coronel Freitas.
Grave acidente deixou veículo de passeio totalmente destruído.
Ministério da Defesa informou que queda ocorreu durante a decolagem. Número de vítima ainda não está confirmado.
Homem de 52 anos foi atingido com golpe no pescoço, segundo a polícia.
Carro estava em chamas quando os bombeiros chegaram no local, em Laguna. Vítima só foi percebida após a extinção do fogo.
Abusos foram cometidos até a vítima completar 15 anos. Homem foi condenado a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime fechado.