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Após acordo, salário mínimo regional de SC fica entre R$ 1.158 e R$ 1.325
Adicionada: 13/02/2019
 



 índice médio de reajuste foi de 4,29%, um pouco acima do INPC



Mais uma vez sem rusgas, federações empresariais e centrais sindicais laborais de Santa Catarina chegaram a acordo para definição do novo mínimo regional do Estado. 

 

Os salários são divididos em quatro faixas, conforme o ramo de atividade (veja mais abaixo). Antes, os pisos dos vencimentos variavam de R$ 1.110 a R$ 1.271. Agora, subiram para R$ 1.158 e R$ 1.325. 

 

O índice médio de reajuste foi de 4,29%, um pouco acima do INPC – o indicador mais comum utilizado como base nas negociações salariais – acumulado em 2018, que ficou em 3,43%.

 

Participaram das negociações federações das indústrias (Fiesc), da agricultura (Faesc), do comércio (Fecomércio), das empresas de transportes de cargas (Fetrancesc) e dos hospitais (Fehoesc). Representaram os trabalhadores, além das entidades laborais ligadas a esses segmentos, Força Sindical, CUT, Dieese, Nova Central dos Trabalhadores e UGT.

 


Onde o reajuste impacta



Primeira faixa (de R$ 1.110 para R$ 1.158):

 

a) na agricultura e na pecuária;

 

b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;

 

c) em empresas de pesca e aquicultura;

 

d) empregados domésticos;

 

e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).

 

f) nas indústrias da construção civil;

 

g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;

 

h) em estabelecimentos hípicos; e

 

i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

 

 

Segunda faixa (de R$ 1.152 para R$ 1.201)

 

a) nas indústrias do vestuário e calçado;

 

b) nas indústrias de fiação e tecelagem;

 

c) nas indústrias de artefatos de couro;

 

d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;

 

e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;

 

f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;

 

g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e

 

h) nas indústrias do mobiliário.

 


Terceira faixa (de R$ 1.214 para R$ 1.267):

 

a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;

 

b) nas indústrias cinematográficas;

 

c) nas indústrias da alimentação;

 

d) empregados no comércio em geral; e

 

e) empregados de agentes autônomos do comércio.

 


Quarta faixa (de R$ 1.271 para R$ 1.325)

 

a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;

 

b) nas indústrias gráficas;

 

c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;

 

d) nas indústrias de artefatos de borracha;

 

e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;

 

f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;

 

g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;

 

h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);

 

i) empregados em estabelecimento de cultura;

 

j) empregados em processamento de dados; e

 

k) empregados motoristas do transporte em geral.

 

I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.



Fonte: NSC Total | Foto: Filipe Scotti, Fiesc, Divulgação
 

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