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Homem que realizava serviços de instalação elétrica no local também foi baleado.
Uma suposta disputa por terras terminou com duas irmãs mortas a tiros em uma chácara na tarde desta sexta-feira (27), no bairro Boa Vista, próximo à subestação da Celesc, em Campos Novos, no Meio-Oeste.
De acordo com a Polícia Civil, três homens armados chegaram à propriedade em um veículo Ford Ecosport e dispararam contra as vítimas Vera Beatriz Lopes, de 72 anos, e Vilma Albertina Andrade Lopes, de 71. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas encontrou as mulheres sem vida, caídas na entrada de uma residência e com perfuração de arma de fogo na cabeça.
Testemunhas relataram que elas compareceram à área para contestar a realização de serviços de instalação elétrica que estavam sendo executados por funcionários de uma empresa terceirizada.
Ainda segundo testemunhas, as mulheres alegaram serem as legítimas proprietárias e solicitaram a paralisação da obra. Momentos depois, os três suspeitos retornaram ao local, iniciando uma discussão com elas. Durante o desentendimento, um dos homens sacou uma arma de fogo e efetuou diversos disparos.
Os outros dois também dispararam, atingindo não apenas as vítimas fatais, mas também um trabalhador que foi baleado na perna e socorrido ao hospital. Eles fugiram do local após o crime e não foram localizados até o momento.
A Polícia Militar e a Polícia Científica foram acionadas e isolaram a área.
A Polícia Civil já iniciou as investigações e o crime é tratado como duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio.
Acusado revelou detalhes do crime durante depoimento à Polícia Civil, mas corpo segue desaparecido.
Município relatou obstáculos para entrada das equipes técnicas no imóvel, onde animais vivem em situação considerada insalubre.
Polícia Militar apreendeu espingardas, cartuchos deflagrados, rádios comunicadores, faca e peças de roupa.
Homem de 33 anos foi localizado horas após o crime e confessou a autoria, segundo a Polícia Civil.
Nova exigência valerá para processos de habilitação nas categorias A e B iniciados a partir do dia 1º de junho.
Tiago Alves disse conviver há anos com o barulho excessivo no local, em Balneário Camboriú. Ele é pai de uma criança autista de 9 anos e diz que situação afeta diretamente o bem-estar do filho.