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Pedro Luiz Scheifer de Souza teve o celular roubado e foi esfaqueado em via pública. Dois homens e duas mulheres foram presos em flagrante. Crime foi filmado por câmeras de monitoramento.
Orlando Domingues de Souza, pai de Pedro Luiz Scheifer de Souza, morto com golpes de faca, contou que pediu ao filho ficar em casa pouco antes do crime acontecer. O assassinato aconteceu na madrugada de domingo (21), em uma rua do bairro Uvaranas, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. Assista acima.
De acordo com a Polícia Civil (PC-PR), Pedro retornava de uma festa quando, a cerca de duas quadras de casa, foi cercado e agredido por quatro pessoas que tentavam roubar o celular dele e outros pertences. Durante o crime, o adolescente foi esfaqueado.
"Eu falei pra ele: 'filho, não saia, fica em casa com o pai. Vamos assistir filme, comer uma pizza'. Ele falou: 'Não, pai, eu vou ali com meus amigos e já volto'. E aí a gente acabou deixando. Até eu que fui levar ele", disse Orlando à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná.
Dois homens e duas mulheres foram presos em flagrante. O caso é investigado como latrocínio, que é o roubo seguido de morte.
O pai do adolescente afirmou que "impor limites também é amar e que, às vezes, dizer não para o filho, está demonstrando muito mais amor".
Orlando também contou que havia combinado de buscar o filho assim que ele ligasse, mas o jovem decidiu voltar para casa a pé. Segundo o pai, a suspeita é de que o celular tenha ficado sem bateria. Ele relatou que o filho não chegou no horário esperado e que, com o passar das horas, a família passou a procurá-lo, entrando em contato com amigos e fazendo buscas, que se estenderam até por volta das 6h da manhã.
"Um menino muito bom, educado, amoroso, não fazia mal para ninguém. Era um amor de pessoa", declarou o pai.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Pedro foi esfaqueado. Mesmo ferido, ele ainda conseguiu caminhar por alguns metros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu em via pública.
No vídeo, também é possível ouvir ameaças feitas pelos suspeitos.
"Tá vendo aqui meus braços? Vale a pena você, de boa, morrer? Tira teu chip, desbloqueia a senha aqui. Tô falando a verdade! Tá brincando com a minha cara?", diz um dos suspeitos.
Segundo apuração da RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, os quatro suspeitos prestaram depoimento e afirmaram não conhecer a vítima. Uma das pessoas presas, identificada como Simone Ribeiro Carraro, confessou o crime. O g1 tenta identificar a defesa dela.
"Nunca tinha visto ele. Eu peguei ele sozinho, só que eles vieram separar pra mim parar de dar facada nele, e foi nisso que deu toda aquele muvuca. Não deu nem tempo dele falar nada", declarou.
As prisões
A polícia chegou até Simone após outra suspeita, companheira dela, ser presa e contar a autoria do crime. Ela indicou o local onde Simone estava escondida, em uma área de mata, e ela foi presa após confessar o crime. À polícia, ela disse que descartou o celular da vítima e a faca utilizada.
Dois homens, de 22 e 26 anos, que estavam com o grupo no momento do assassinato, também foram localizados. Eles negaram participação direta, mas a autora relatou que um deles teria atingido Pedro com um canivete.
Todos os envolvidos foram encaminhados à 4ª Regional de Flagrantes e autuados por latrocínio. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime e confirmar a tipificação penal, conforme a Polícia Civil.
Pedro era estudante bolsista de um colégio particular de Ponta Grossa. Nas redes sociais, colegas e a escola lamentaram a morte do adolescente.
De acordo com o colégio, Pedro havia conquistado a aprovação nos cursos de Engenharia Mecânica na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e passou em primeiro lugar no curso Arquitetura na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
Em uma publicação, o colégio destacou a alegria do estudante.
"Pedro, guardaremos para sempre na memória as manhãs na escola em que você enchia todos de alegria com seu sorriso e seu jeito único de fazer rir. Hoje, com o coração apertado, precisamos nos despedir. Você foi muito mais que um colega de turma: foi um verdadeiro amigo, presente na vida de cada um de nós. Sua ausência será sentida todos os dias, mas sua lembrança continuará viva em nossos corações", escreveu a escola.
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