Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Criança morreu em 17 de agosto e foi levada ao hospital por uma vizinha, em Florianópolis. Padrasto do menino também responde pelos crimes de homicídio qualificado e tortura.
A mãe do menino de 4 anos que morreu em agosto deste ano em Florianópolis com ferimentos pelo corpo virou ré no processo que trata o crime. Com a decisão, Larissa de Araújo Falk vai responder judicialmente por homicídio qualificado e tortura.
A decisão foi tomada pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ) nessa terça-feira (16), que acolheu recurso do Ministério Público (MP) após o Judiciário inicialmente rejeitar a denúncia contra a mulher. O padrasto da criança, Richard da Rosa Rodrigues, também responde pelos crimes.
Em nota, a defesa da mulher afirmou que, tendo em vista que a decisão proferida não foi unânime, irá recorrer da decisão
Investigação
O crime foi descoberto após a vítima ser levada ao Multi-hospital da capital desacordada e em parada cardiorrespiratória. O menino havia acabado de completar 4 anos quando chegou nos braços de uma vizinha ao hospital. Médicos tentaram reanimar a criança, mas ela morreu no local. A causa da morte foi choque hemorrágico decorrente de traumatismo abdominal.
O casal foi detido após a morte, mas a mulher foi solta. O homem, porém, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva.
A mãe do menino havia sido denunciada pelos mesmos crimes do padrasto: homicídio qualificado e tortura, mas a Justiça entendeu, em primeira instância, que os elementos colhidos na investigação não correspondiam aos crimes da denúncia. Com a nova movimentação, agora ela também é alvo do processo.
Padrasto perguntou à IA: 'O que acontece se ficar enforcando muito uma criança'
A NSC TV teve acesso a um relatório que embasou o inquérito policial sobre o caso. O documento reuniu trocas de mensagens, em dias diferentes, entre a mãe do menino e o padrasto, que apontaram que o homem agredia a criança, com o conhecimento da mãe.
A polícia também descobriu no celular do padrasto uma pesquisa em um aplicativo de inteligência artificial, com sessão ainda ativa no dia da morte do menino. A pergunta feita foi: "o que acontece se ficar enforcando muito uma criança".
O que disse a defesa da mulher
A defesa técnica, capitaneada pelos Advogados Eduardo Dalmedico Ribeiro e Rosimeire da Silva Meira, informa que respeita o acórdão proferido pela 2ª Câmara Criminal do TJSC que, por maioria de votos, determinou o recebimento da denúncia, entretanto, não concorda com a fundamentação apresentada.
Tendo em vista que a decisão proferida não foi unânime, 2 a 1, havendo um voto minoritário que concorda com a tese defensiva, é cabível a oposição de embargos infringentes, que serão apresentados dentro do prazo legal.
Acidente ocorreu na madrugada desta quarta-feira e mobilizou grande força-tarefa de resgate no Alto Vale do Itajaí.
Homem de 43 anos foi encontrado sem vida no local de corte das árvores.
Autoridades identificaram autorias dos crimes em Florianópolis, reuniram mais de mil horas de imagens e dezenas de depoimentos.
O acidente com morte aconteceu em Balneário Camboriú na madrugada de 15 de dezembro do ano passado.
Segundo a Defesa Civil, foram registradas 38 ocorrências de quedas de árvore na cidade e as rajadas de vento chegaram a 56,16 km/h.
Vítima foi resgatada dentro de um apartamento na Rua Sá Ferreira, em Copacabana, na Zona Sul do Rio