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Outra policial rodoviária foi atingida pelo carro que rodou na pista molhada em Biguaçu. Vítimas estavam no acostamento devido a um acidente anterior. Condutor se recusou a fazer o teste do bafômetro.
Um dos dois policiais rodoviários federais atropelados enquanto atendiam uma ocorrência na BR-101 em Biguaçu, na Grande Florianópolis, descreveu os momentos após a colisão como "desesperadores". Eles foram atingidos por um carro que perdeu o controle e rodou na pista. Duas pessoas que estavam sendo socorridas pelos agentes também se feriram.
“A primeira coisa que passou na minha cabeça foi: por que isso está acontecendo comigo, logo no dia 24 de dezembro, primeiro Natal após o nascimento do meu filho?”, questionou Gilberto Estrela.
Imagens de câmeras de monitoramento, cedidas pela Arteris Litoral Sul, concessionária responsável pelo trecho, mostram o momento em que o motorista perde o controle na curva e atinge as vítimas com o veículo (assista acima).
O motorista do carro, de 37 anos, se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi autuado por infração gravíssima, que prevê multa e suspensão do direito de dirigir, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. Ele não se feriu.
Relato
Estrela contou que tudo aconteceu muito rápido. Ele relatou que tentou se levantar após cair no chão, mas não conseguiu.
"Eu ouvi um barulho de pneu derrapando e colidiu. Eu sabia que ele tinha colidido, mas não sabia que ele vinha na minha direção. E, por azar, esse veículo veio na nossa direção. Bateu em mim, eu fui lançado para trás. Ele bateu num outro rapaz que foi lançado para o alto. Girou, colidiu num terceiro veículo e acabou acertando a colega que estava na outra ponta. Eu caí no chão", relatou Gilberto Estrela.
O policial teve uma fratura, mas não precisou de cirurgia. A colega dele teve lesões graves no braço e deve passar por procedimento nesta sexta-feira (26).
As duas pessoas que também estavam no local sofreram lesões de diferentes gravidades e foram conduzidas a hospitais da região, segundo a PRF.
O socorro foi prestado por equipes da concessionária e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O g1 tenta atualização do quadro de saúde das vítimas.
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Vítima encontrava-se no interior da cabine, com as pernas presas nas ferragens devido à deformação provocada pela colisão.
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