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Sessão ocorre nesta quarta-feira, dia 11, em Chapecó, e julga homicídio ocorrido no interior de Paial em 2025.
A ex-vereadora Adriana Terezinha Bagestan, de 41 anos, enfrenta um júri popular nesta quarta-feira, dia 11, no Fórum da comarca de Chapecó, pela morte do marido Sedinei Wawczinak, de 42 anos, com um tiro na cabeça enquanto ele dormia. O crime ocorreu na madrugada de 20 de junho de 2025, em uma residência na linha Aparecida, no interior de Paial, no Oeste catarinense.
Conforme a investigação, a vítima foi atingida dentro da própria casa onde morava com a acusada e os filhos. Após o homicídio, Adriana deixou o local e foi localizada posteriormente em uma área rural de Chapecó, onde acabou presa.
Ela permanece detida preventivamente e responde por homicídio qualificado, já que, segundo a acusação, o disparo ocorreu enquanto o homem dormia, o que caracteriza impossibilidade de defesa.
A defesa da ex-vereadora diz que vai apresentará aos jurados a versão de que Adriana teria vivido por cerca de 15 anos em uma relação marcada por violência doméstica física, psicológica, moral e patrimonial.
Na época do crime, a Polícia Militar não encontrou a suspeita. Adriana havia deixado os dois filhos, então com 6 e 12 anos, na casa de uma irmã e saído em um veículo Volkswagen Gol. A motivação do crime não foi oficialmente divulgada pelas autoridades.
Adriana foi eleita vereadora de Paial em 2020, pelo PT, quando recebeu 81 votos. Ela não concorreu nas eleições de 2024.
Vítima apresentava suspeita de traumatismo craniano e hemorragia interna, além de fraturas e dentes quebrados.
Ana Dayse Gomes Provensi, de 36 anos, foi morta com uma corda enquanto dormia.
Motorista de Fiesta, de 81 anos, fazia se deslocava de Planalto Alegre para Chapecó, segundo a polícia.
Mulher foi morta a tiros, enquanto o homem foi atropelado por caminhonete dentro da garagem da casa.
Jovem não habilitado foi apreendido após perseguição policial e ainda portava pequena porção de maconha.
O menino morreu em 17 de agosto. A mãe virou ré em dezembro por homicídio qualificado e tortura.