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Situação na BR-277 aconteceu na noite desta quarta-feira (7) e ainda impacta o trânsito nesta quinta (8). Em nota, a EPR Iguaçu, concessionária do trecho, disse que novas análises serão realizadas par
A Serra da Esperança, trecho da BR-277 que fica em Guarapuava, na região central do Paraná, registrou um desmoronamento de pedras na noite desta quarta-feira (7).
O incidente provocou o bloqueio parcial do trecho, que, na manhã desta quinta (8), permanecia com uma pista interditada e com o trânsito desviado para a parte duplicada.
A situação aconteceu no km 312 da rodovia, que é uma das principais rotas logísticas do Paraná por cortar o estado de leste a oeste.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) explica que, durante a madrugada, equipes técnicas da EPR Iguaçu - concessionária responsável pelo trecho - avaliaram as condições do solo, das rochas e dos fatores climáticos, concluindo que havia condições seguras para a manutenção do fluxo de veículos.
"A Polícia Rodoviária Federal acompanhou as análises e concordou com a liberação da via, adotando como medida preventiva a liberação em pista simples, devidamente sinalizada com cones, com o isolamento de uma faixa no sentido decrescente. Novas análises técnicas estão programadas para serem realizadas ao longo do dia desta quinta-feira (8)", aponta a corporação.
Em nota, a EPR Iguaçu disse que assim que a ocorrência foi identificada, a concessionária mobilizou equipes e equipamentos, iniciando imediatamente a limpeza da pista. A empresa também garantiu que novas análises serão realizadas para avaliar as condições do terreno e definir as intervenções definitivas de contenção.
Serra da Esperança registrou outros desmoronamentos anteriormente
A Serra da Esperança já registrou outros desmoronamentos de terra e de pedras anteriormente.
Um dos mais graves aconteceu em dezembro de 2024, quando o trecho ficou totalmente bloqueado por cinco dias. Na época, a estrada ainda não estava sob concessão da EPR Iguaçu, e era administrado pelo governo.
A estimativa é que os cinco dias de bloqueio tenham causado pelo menos R$ 1 milhão de prejuízo ao estado, de acordo com estimativas da Federação das Indústrias (Fiep) e da Federação das Empresas de Transporte de Cargas (Fetranspar) do Paraná.
O fato também escancarou os problemas históricos de logística e estrutura que permeiam a região da serra.
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