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O Tex.Thor aposta na inteligência artificial para transformar áudio em informação estruturada, reduzir retrabalho e apoiar a rotina de empresas, advogados e profissionais da saúde.
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante para se tornar uma ferramenta cada vez mais presente na rotina de empresas, escritórios, consultórios e órgãos públicos. Nesse cenário, soluções capazes de transformar áudio em informação estruturada começam a ganhar espaço entre profissionais que lidam diariamente com reuniões, audiências, atendimentos e registros sensíveis.
É nesse contexto que surge o Tex.Thor, plataforma de transcrição e análise com inteligência artificial que busca reduzir retrabalho e entregar informações já organizadas conforme a necessidade de cada área. Um dos nomes à frente do projeto é Alan Rodolfo Tagliari, profissional com mais de uma década de experiência em gestão comercial B2B e passagem por cargos de liderança na Viasoft, empresa de tecnologia com atuação nacional.
Segundo Alan, o Tex.Thor foi inicialmente idealizado por Alexander Meurer, delegado de polícia que também se tornou desenvolvedor. A ideia nasceu de uma dificuldade prática enfrentada por ele no ambiente da delegacia: a necessidade de transcrever conteúdos com mais precisão e menos retrabalho.
As ferramentas disponíveis, conforme relata Alan, não entregavam o nível de acuracidade e organização necessário para resolver o problema de forma completa.
“Ele percebeu que aquilo que havia construído não resolvia só o problema dele, mas também poderia resolver o problema de outros profissionais”, explica Alan.
A partir disso, a plataforma passou a ser pensada também para líderes empresariais, médicos, advogados e profissionais da saúde, com entregas adaptadas a diferentes rotinas.
Um dos diferenciais apontados por Alan é que o Tex.Thor não se limita à transcrição do áudio. A plataforma busca entregar o conteúdo já estruturado conforme o objetivo do usuário.
No caso de um advogado, por exemplo, a ferramenta pode organizar uma audiência com elementos probatórios, cronologia dos fatos e contradições apontadas, sem que o profissional precise primeiro transcrever em uma ferramenta e depois criar comandos para extrair as informações.
Segundo Alan, essa lógica também vale para as áreas empresarial e de saúde. A proposta é reduzir etapas e transformar o conteúdo bruto em um material mais útil para análise.
“A pessoa não precisa saber de prompt, não precisa saber criar agente. Isso tudo já está pré-configurado no Tex.Thor”, afirma.
Para ele, esse ponto facilita a adesão por profissionais que não têm familiaridade técnica com inteligência artificial, mas precisam de soluções práticas no dia a dia.
Em atividades sensíveis, como audiências, oitivas, consultas e reuniões estratégicas, segurança e confiabilidade são pontos centrais. Alan afirma que a plataforma trabalha essas questões em duas frentes: proteção dos dados e precisão da transcrição.
De acordo com ele, após o áudio ser enviado, a inteligência artificial faz a leitura e a transcrição. Em seguida, o áudio é apagado dos servidores, enquanto a transcrição é criptografada com criptografia de ponta a ponta.
“Nem nós, que somos os desenvolvedores da ferramenta, conseguimos acessar o conteúdo do usuário. Somente ele, com login e senha”, destaca.
Sobre a confiabilidade, Alan pondera que o resultado depende da qualidade do áudio. Ainda assim, afirma que, em gravações boas e sem sobreposição de falantes, a acuracidade se aproxima de 100%.
“As IAs que usamos dentro da plataforma não inventam nada. Elas se limitam a transcrever exatamente aquilo que foi dito”, reforça.
O ganho de produtividade é um dos argumentos centrais do Tex.Thor. Segundo Alan, profissionais que antes precisavam fazer anotações, ouvir gravações e transcrever manualmente conseguem reduzir de forma significativa o tempo gasto nesse processo.
Ele estima que, em comparação com o trabalho manual, o uso de uma ferramenta especializada pode representar uma redução de até 90% de tempo.
Esse ganho, na avaliação dele, não está apenas na transcrição em si, mas na possibilidade de transformar horas de áudio em informação organizada, pesquisável e pronta para análise.
Para empresas, advogados, médicos e gestores, isso pode significar mais agilidade na tomada de decisão, melhor registro das informações e menor perda de detalhes importantes.
Embora o Tex.Thor esteja em fase de expansão a partir de um contexto regional, Alan afirma que o desafio enfrentado por profissionais locais é o mesmo de grandes centros.
Para ele, quando se pensa em tecnologia, não se deve limitar a visão ao interior do Brasil. “Nós temos que entender que o mercado é o mercado total”, avalia.
A lógica é simples: o problema de documentar uma reunião, registrar uma consulta, organizar uma audiência ou estruturar informações não muda conforme a cidade. Um empresário de São Lourenço do Oeste, de São Paulo ou da Bahia pode enfrentar necessidades semelhantes.
Alan reconhece que há desafios de concorrência e de construção de público, mas entende que soluções de tecnologia precisam nascer preparadas para escalar além do mercado local.
Para Alan, a inteligência artificial não substitui a análise crítica de um advogado, a condução de um médico ou a estratégia de um gestor. O papel da tecnologia, segundo ele, é ampliar a capacidade de trabalho desses profissionais.
No caso do advogado, a IA pode ajudar a identificar lacunas em autos, audiências ou oitivas. Na área da saúde, pode permitir que o médico foque mais na consulta e menos na anotação manual.
“Eu vejo as ferramentas de inteligência artificial, se bem aplicadas, como alavancas”, afirma.
Na avaliação de Alan, o risco não está apenas na tecnologia substituir pessoas, mas na perda de competitividade de quem não aprende a usar bem essas ferramentas. Para profissões com alto valor intelectual, a adaptação tende a ser cada vez mais importante.
“Há uma grande chance de profissionais que não se atualizarem ficarem obsoletos e serem ultrapassados por concorrentes mais familiarizados com inteligência artificial”, observa.
O Tex.Thor funciona atualmente como uma plataforma online, acessível pelo navegador. O próximo passo, segundo Alan, é o lançamento de um aplicativo para celular.
A nova fase está em desenvolvimento avançado e deve facilitar o uso por profissionais que atuam em campo ou que não têm à disposição um computador com boa captação de áudio.
Para Alan, o app tende a ampliar a praticidade da ferramenta e aproximar ainda mais a inteligência artificial da rotina real de trabalho.
Mais do que uma solução de transcrição, o Tex.Thor se posiciona em um mercado que cresce rapidamente: o de ferramentas capazes de transformar registros dispersos em informação estruturada. Em um ambiente profissional cada vez mais acelerado, a disputa não parece estar apenas em quem usa IA, mas em quem consegue aplicá-la de forma simples, segura e útil.
Para quem deseja conhecer melhor a proposta, o Tex.Thor pode ser acessado pelo site texthor.ia.br. A plataforma também está no Instagram, em @texthor.ai, onde compartilha novidades e conteúdos sobre o uso da inteligência artificial na rotina profissional.
Além disso, é possível fazer um teste grátis por 7 dias, uma oportunidade para experimentar na prática como a ferramenta transforma áudio em informação estruturada e pode reduzir o retrabalho em diferentes áreas.
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