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Crime aconteceu em Santo Antônio da Platina. Vítima foi identificada como Tony Rodrigues Martins. Testemunha contou à PM que ouviu briga.
O advogado criminalista Tony Rodrigues Martins, de 41 anos, foi morto a tiros em Santo Antônio da Platina, no norte do Paraná. De acordo com a Polícia Militar (PM-PR), uma testemunha ouviu a discussão entre a vítima e um homem antes dos disparos. Rafael Guimarães, delegado da Polícia Civil (PC-PR), informou que não descarta as hipóteses de motivação por exercício da advocacia ou desavença amorosa.
O homicídio aconteceu na noite de Natal, quinta-feira (25), em uma casa da Rua Geraldo Alves Calheiro. Até a última atualização desta reportagem, ninguém foi preso e não foram divulgados nomes de suspeitos.
Segundo o boletim de ocorrência, a testemunha que estava no imóvel relatou à Polícia Militar (PM-PR) que ouviu um homem dizer: "Você acabou com a minha vida". Antes dos disparos, a vítima falou: "Não faça isso".
O corpo de Tony foi encontrado na varanda do imóvel, com marcas de tiro e uma possível fratura no maxilar, conforme o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
O local passou por perícia e o corpo foi recolhido pela Polícia Científica de Jacarezinho.
"Não se descartando qualquer hipótese para a motivação do crime, inclusive que seja relacionado ao exercício da advocacia. Porém, também existem alguns indícios que possa estar relacionados a uma desavença em relacionamento amoroso", disse o delegado.
O caso segue em investigação.
Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção de Santo Antônio da Platina, lamentou a morte do advogado e disse que acompanha as investigações.
Homem ficou hospitalizado por cerca de um mês após grave acidente em Coronel Freitas.
Grave acidente deixou veículo de passeio totalmente destruído.
Ministério da Defesa informou que queda ocorreu durante a decolagem. Número de vítima ainda não está confirmado.
Homem de 52 anos foi atingido com golpe no pescoço, segundo a polícia.
Carro estava em chamas quando os bombeiros chegaram no local, em Laguna. Vítima só foi percebida após a extinção do fogo.
Abusos foram cometidos até a vítima completar 15 anos. Homem foi condenado a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime fechado.