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Os familiares, que foram ao local para realizar uma visita, se depararam com a cena estarrecedora e acionaram as autoridades.
Um caso macabro chocou moradores de Pato Branco nesta quarta-feira (8). Uma sepultura no Cemitério Municipal Portal do Céu foi violada e teve o caixão retirado, com o crânio da pessoa sepultada levado do local.
Segundo informações, a vítima era uma mulher que faleceu em 2021 em decorrência da Covid-19. Os familiares, que foram ao local para realizar uma visita, se depararam com a cena estarrecedora e acionaram as autoridades.
No túmulo, foram encontrados objetos que indicam possível prática de ritual, como um prato, pimenta, lâminas de gilete e bebidas, além de sinais de fogo e restos mortais queimados. A Polícia Civil e a administração do cemitério foram acionadas e iniciaram as investigações, mas até o momento ninguém foi identificado ou responsabilizado.
Os filhos da mulher relataram ao portal Olho Vivo Paraná que, na época do falecimento, não puderam realizar velório nem acompanhar o sepultamento devido às restrições da pandemia, o que torna o episódio ainda mais doloroso.
A violação de sepultura é crime previsto no artigo 210 do Código Penal, e o vilipêndio a cadáver está tipificado no artigo 212, ambos com penas de reclusão. A família aguarda respostas e cobra a identificação dos responsáveis por esse ato de desrespeito e crueldade.
Acidente foi registrado na tarde de sábado (27), em São Lourenço do Oeste; condutor não sofreu ferimentos.
João Guilherme Corrêa estava foragido desde 2025 e foi localizado na região de Pavia, perto de Milão, após alerta internacional.
Funcionária afirmou que era pressionada a participar de retiros espirituais em Joinville, onde teria sido questionada sobre aspectos da vida íntima.
Disputa ilegal ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, onde veículos teriam trafegado a mais de 180 km/h; uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida.
Crime ocorreu em janeiro de 2025, no Sul de Santa Catarina; réu foi condenado por feminicídio, homicídio qualificado, furto e incêndio majorado.
Crime ocorreu em julho de 2025, no Balneário de Pratas; réu também foi condenado por incêndio em casa habitada e maus-tratos a animal doméstico.