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Durante o interrogatório, o investigado afirmou que vinha sendo ameaçado por Cleonir e que não tinha a intenção de matá-lo, apesar da gravidade das agressões.
A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), por meio da Delegacia de Investigações Criminais (DIC) de São Lourenço do Oeste, prendeu na manhã desta quinta-feira (09) um novo suspeito de envolvimento no homicídio registrado no último dia 2 de outubro, na capela de orações localizada ao lado da igreja matriz, no centro da cidade.
De acordo com as investigações, o crime teria sido cometido por um homem de 20 anos, que teria entrado na sala de orações e agredido as vítimas com um instrumento contundente. As agressões resultaram na morte de Cleonir Bodanese, de 39 anos, e em ferimentos graves na companheira dele, de 41 anos.
Segundo a Polícia Civil, tanto o suspeito quanto as vítimas se encontravam em situação de rua e faziam uso de bebidas alcoólicas. O local onde o crime ocorreu era utilizado pelas vítimas como abrigo para pernoite.
Durante o interrogatório, o investigado afirmou que vinha sendo ameaçado por Cleonir e que não tinha a intenção de matá-lo, apesar da gravidade das agressões.
A prisão foi decretada após manifestação do Ministério Público e decisão do Poder Judiciário.
Ainda conforme a DIC, o primeiro homem preso no dia dos fatos — após ter sido apontado pela vítima sobrevivente como autor — teve a prisão preventiva revogada. O pedido partiu da própria Polícia Civil e foi acolhido pelo Ministério Público, diante da fragilidade dos indícios contra ele.
Homem ficou hospitalizado por cerca de um mês após grave acidente em Coronel Freitas.
Grave acidente deixou veículo de passeio totalmente destruído.
Ministério da Defesa informou que queda ocorreu durante a decolagem. Número de vítima ainda não está confirmado.
Homem de 52 anos foi atingido com golpe no pescoço, segundo a polícia.
Carro estava em chamas quando os bombeiros chegaram no local, em Laguna. Vítima só foi percebida após a extinção do fogo.
Abusos foram cometidos até a vítima completar 15 anos. Homem foi condenado a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime fechado.