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Buscas foram feitas em três endereços ligados a um casal suspeito de agenciar o esquema em São Francisco do Sul.
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (20) uma operação contra o tráfico internacional de mulheres para exploração sexual em Santa Catarina. A investigação começou após uma vítima, vinda do Paraguai, conseguir fugir de uma casa noturna e denunciar ter sido traficada, sofrido agressões e ser obrigada a usar drogas e se prostituir no estado.
Buscas foram feitas em três endereços ligados a um casal suspeito de agenciar o esquema em São Francisco do Sul, no Norte catarinense. Entre os locais vistoriados, há duas baladas e a casa dos investigados. Foram apreendidos celulares, imagens de câmeras e documentos.
Vítima foi transportada de caminhão
Segundo os policiais federais, a vítima foi aliciada pela internet, quando morava no Paraguai, sob falsa promessa de emprego de garçonete em um bar. Após o contato, ela foi transportada clandestinamente em um caminhão, e levada até a balada onde os crimes aconteceram.
Os documentos dela ficaram retidos pelos proprietários e caso só terminou em outubro do ano passado, após deixar o local e ser socorrida por vizinhos.
A vítima ainda relatou ser mantida em vigilância constante pelos exploradores e não recebeu remuneração durante o tempo em que ficou no local.
Em nota, a PF afirmou que segue investigando o caso para buscar outros envolvidos, novas vítimas e descobrir a cadeia operacional envolvida no esquema.
Denúncia anônima levou à abordagem na SC-480, onde foram encontrados cerca de 209 gramas de crack e 202 gramas de cocaína.
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Laudo apontou contaminação e falhas no processo de fabricação do produto.
Veículo transportava leite embalado e carga se espalhou pela rodovia na madrugada.
Em nota, Polícia Civil afirmou que vítima não tinha sinais de maus-tratos. Mãe e cuidadora foram liberadas na delegacia e caso será investigado.