22 de junho de 2026
Segurança

Suspeito de matar ex-jogador do Concórdia e empresário de 20 anos é preso em SC

Homem foi localizado horas após os dois homicídios registrados em sequência no município de Tubarão.

Por Oeste Mais

Atualizado em 22/06/2026 | 10:21:00

O homem suspeito de assassinar a tiros o ex-jogador do Concórdia, Ivan Fiel da Silva, conhecido como Brasão, e o empresário João Roberto Pereira de Oliveira, de 20 anos, foi preso em flagrante na última sexta-feira, dia 19, em Jaguaruna, no Sul catarinense. Os dois homicídios ocorreram com poucos minutos de diferença em Tubarão, e a Polícia Civil investiga a relação entre as vítimas e a motivação dos crimes.

Brasão, de 44 anos, foi morto nos fundos do próprio bar, na madrugada de sexta-feira, em Tubarão. Cerca de 500 metros dali, João Roberto Pereira de Oliveira foi executado dentro de uma conveniência de bebidas.

O suspeito foi localizado na tarde do mesmo dia no bairro Figueirinha, em Jaguaruna, a aproximadamente 22 quilômetros de Tubarão. A arma de fogo que teria sido utilizada nos crimes foi apreendida pelos policiais.

Segundo os socorristas, o ex-jogador sofreu ferimentos provocados por disparos no tórax e no antebraço. Já o jovem empresário foi atingido na cabeça e na clavícula.

Em nota, a Polícia Civil informou que os casos são tratados como homicídios dolosos, quando há intenção de matar. Equipes da delegacia responsável e da Polícia Científica estiveram nos locais para realizar as primeiras perícias e coletar vestígios.

Natural de São Paulo, Brasão teve uma carreira marcada por passagens por diversos clubes. Em Santa Catarina, defendeu equipes como Concórdia Atlético Clube, Tubarão, Inter de Lages, Camboriú, Atlético de Ibirama, Navegantes, Guarani de Palhoça e Almirante Barroso. Fora do estado, também atuou por Santa Cruz, Athletico-PR, Atlético Goianiense, Treze e Brasil de Pelotas.

Em 2019, o ex-atacante disputou a Copa Santa Catarina pelo Concórdia Atlético Clube, marcando dois gols em sete partidas. A dinâmica dos assassinatos e a motivação dos crimes não foram divulgadas e seguem sendo apuradas pela Polícia Civil.

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