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Crime foi em julho de 2024 em Maripá. Segundo Ministério Público, homem agrediu a bebê com socos, que resultaram em fratura de crânio e na morte dela.
Um homem de nacionalidade paraguaia, de 23 anos, foi condenado, nesta quinta-feira (11), a 45 anos e 10 meses de prisão por matar a própria filha bebê, de 5 meses, porque ela estava chorando.
O crime foi em julho de 2024 em Maripá, no oeste do Paraná. Conforme o Ministério Público, o homem rejeitava a filha e passou a agredi-la porque ela chorava. Ele agrediu a bebê com socos, que resultaram em fratura de crânio e na morte dela.
O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri de Palotina. Na condenação, os jurados consideraram o crime de homicídio, com cinco qualificadoras:
motivo fútil, porque o crime foi motivado pelo choro da criança;
emprego de meio cruel, em função da violência das agressões;
uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, que, pela idade, não apresentava capacidade de reação;
praticado por razões da condição de sexo feminino, no contexto de violência familiar e doméstica;
crime praticado contra descendente do denunciado, com idade inferior a 14 anos.
A sentença prevê também o pagamento de R$ 30 mil aos familiares da vítima.
O réu, que já estava detido, seguiu preso para o início imediato do cumprimento da pena.
O nome dele não foi divulgado.
Cleverson Ribeiro não resistiu aos ferimentos e morreu no local; circunstâncias da colisão ainda não foram divulgadas.
Acidente ocorreu próximo ao acesso à Fazenda São Rafael, em Coronel Vivida; motorista ficou preso às ferragens.
Motociclista atingiu um carro e um caminhão, segundo a dinâmica inicial apontada pela PMRv; passageiro ficou ferido.
Vítimas, de 18 e 46 anos, foram socorridas no distrito de Marechal Bormann e encaminhadas ao Hospital Regional do Oeste.
Polícia Militar encontrou os suspeitos arrastando materiais pelo Centro; um deles havia sido preso dois dias antes por furto de fios.
Família da vítima seguia logo atrás em outro veículo e presenciou o acidente.