Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Durante o trajeto até a unidade de saúde, policial realizou manobras de desobstrução.
Um menino de 2 anos foi salvo por policiais após se engasgar com um prendedor de cabelo na tarde deste sábado, dia 13, por volta das 17 horas, no bairro Martello, em Caçador, no Meio-Oeste catarinense.
Segundo a Polícia Militar, após receber a informação através da central, a guarnição se deslocou até o endereço, onde encontrou os pais em estado de desespero e a criança com sinais de asfixia.
Com a gravidade da situação, os policiais iniciaram o deslocamento até a Unidade de Pronto Atendimento do bairro Berger. Durante o trajeto, um dos militares realizou manobras de desobstrução das vias aéreas dentro da viatura.
Na unidade de saúde, a criança foi entregue à equipe médica, que conseguiu remover o objeto plástico que obstruía a respiração.
"Polícia Militar de Caçador Eu não consigo mensurar o tamanho da minha gratidão por vocês terem nos auxiliado, obrigado pelo apoio e atendimento rápido, graças a Deus hoje podemos agradecer pela vida do nosso Gael", publicou a mãe do menino nas redes sociais.
A PM destaca que o atendimento rápido e integrado foi essencial para preservar a vida da criança, que permaneceu em observação e apresentou quadro estável. Em casos de emergência médica como esse, a população pode acionar imediatamente o Samu pelo 192, ou o Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193.
Acusado revelou detalhes do crime durante depoimento à Polícia Civil, mas corpo segue desaparecido.
Município relatou obstáculos para entrada das equipes técnicas no imóvel, onde animais vivem em situação considerada insalubre.
Polícia Militar apreendeu espingardas, cartuchos deflagrados, rádios comunicadores, faca e peças de roupa.
Homem de 33 anos foi localizado horas após o crime e confessou a autoria, segundo a Polícia Civil.
Nova exigência valerá para processos de habilitação nas categorias A e B iniciados a partir do dia 1º de junho.
Tiago Alves disse conviver há anos com o barulho excessivo no local, em Balneário Camboriú. Ele é pai de uma criança autista de 9 anos e diz que situação afeta diretamente o bem-estar do filho.