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Crime aconteceu em uma área rural de Igrejinha. Vítima foi identificada como Maria Helena de Souza, de 50 anos.
Uma mulher de 63 anos foi presa suspeita de matar a enteada na tarde de sábado (21), em uma área rural de Igrejinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Ela estava foragida desde o crime e foi localizada por uma ação conjunta entre a Polícia Civil do RS e de SC em Itajaí, no litoral catarinense.
De acordo com a polícia, a mulher era natural do estado de Santa Catarina e mantinha laços com parentes nas cidades de São Miguel do Oeste e Itajaí. Após um contato com o advogado da investigada, ela se apresentou na delegacia. Ela deve passar por audiência de custódia e deve ser encaminhada para o Complexo Penitenciário do Vale do Itajaí, onde seguirá presa até a sua transferência para o sistema prisional gaúcho.
De acordo com o boletim, integrantes da Brigada Militar foram enviados ao endereço após uma denúncia de disparo de arma de fogo. Quando chegaram ao local, acompanhados pelos Bombeiros Voluntários, encontraram a vítima caída no chão, já sem vida.
Enteada estava visitando pai acamado quando foi morta
Segundo a polícia, após um desentendimento entre as duas, a suspeita teria seguido até um dos quartos da casa, onde teria pego uma espingarda calibre 12 e efetuado um disparo contra a enteada.
Depois do tiro, Lurdes teria fugido pelos fundos da residência, em direção a um matagal. Buscas foram feitas nas áreas próximas, mas ela não havia sido localizada.
A arma usada no crime foi apreendida pela Polícia Civil.
A cena foi isolada para a atuação da perícia. O caso será investigado pela Polícia Civil de Igrejinha.
Homem ficou hospitalizado por cerca de um mês após grave acidente em Coronel Freitas.
Grave acidente deixou veículo de passeio totalmente destruído.
Ministério da Defesa informou que queda ocorreu durante a decolagem. Número de vítima ainda não está confirmado.
Homem de 52 anos foi atingido com golpe no pescoço, segundo a polícia.
Carro estava em chamas quando os bombeiros chegaram no local, em Laguna. Vítima só foi percebida após a extinção do fogo.
Abusos foram cometidos até a vítima completar 15 anos. Homem foi condenado a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime fechado.