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A principal pauta foi a implementação da Rede de Comércio Seguro, iniciativa que busca oferecer mais tranquilidade a comerciantes, empresários e clientes.
Na tarde desta terça-feira (09), lideranças da Polícia Civil e da Polícia Militar de São Lourenço do Oeste se reuniram para alinhar estratégias conjuntas voltadas ao fortalecimento da segurança pública no município.
O encontro contou com a presença do delegado regional de Polícia, Dr. Wilherm Negrão, e do comandante da 3ª Companhia do 30º Batalhão de Polícia Militar, Capitão Ricardo Luciano Saremba Rossetto. Durante a reunião, foi destacada a relevância da integração entre as forças de segurança na prevenção e repressão qualificada da criminalidade.
A principal pauta foi a implementação da Rede de Comércio Seguro, iniciativa que busca oferecer mais tranquilidade a comerciantes, empresários e clientes. O programa prevê a adoção de medidas preventivas e o incentivo à troca de informações entre a comunidade e as polícias, criando um ambiente mais protegido e colaborativo.
As Polícias Civil e Militar reforçaram o compromisso de atuar de forma integrada, com foco em garantir a tranquilidade e o bem-estar da população de São Lourenço do Oeste. A parceria pretende estreitar ainda mais a relação com a comunidade, fortalecendo a confiança mútua e a sensação de segurança no município.
Acidente foi registrado na tarde de sábado (27), em São Lourenço do Oeste; condutor não sofreu ferimentos.
João Guilherme Corrêa estava foragido desde 2025 e foi localizado na região de Pavia, perto de Milão, após alerta internacional.
Funcionária afirmou que era pressionada a participar de retiros espirituais em Joinville, onde teria sido questionada sobre aspectos da vida íntima.
Disputa ilegal ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, onde veículos teriam trafegado a mais de 180 km/h; uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida.
Crime ocorreu em janeiro de 2025, no Sul de Santa Catarina; réu foi condenado por feminicídio, homicídio qualificado, furto e incêndio majorado.
Crime ocorreu em julho de 2025, no Balneário de Pratas; réu também foi condenado por incêndio em casa habitada e maus-tratos a animal doméstico.