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Defesa diz que mulher sofria violência doméstica física, psicológica, moral e patrimonial.
A ex-vereadora Adriana Terezinha Bagestan, de 41 anos, acusada de matar o marido com um tiro na cabeça enquanto ele dormia, foi absolvida pelo conselho de sentença em júri popular realizado nesta quarta-feira, dia 11, em Chapecó.
O julgamento ocorreu no Fórum da comarca, durando cerca de 12 horas, em um júri composto por quatro mulheres e três homens.
O crime aconteceu na madrugada de 20 de junho do ano passado, na residência do casal, na Linha Aparecida, interior de Paial, no Oeste catarinense. Adriana atirou contra a cabeça do marido Sedinei Wawczinak, de 42 anos, enquanto ele dormia. Após o homicídio, ela deixou o local e foi encontrada em uma área rural de Chapecó, onde acabou presa.
Ela respondia por homicídio qualificado, já que o disparo ocorreu enquanto o homem dormia, situação que caracteriza impossibilidade de defesa da vítima. A defesa informou que a ex-vereadora teria vivido por cerca de 15 anos em uma relação marcada por violência doméstica física, psicológica, moral e patrimonial.
Na época do crime, a Polícia Militar não encontrou a suspeita na residência. Adriana havia deixado os dois filhos, então com 6 e 12 anos, na casa de uma irmã e saído em um veículo Volkswagen Gol.
Adriana foi eleita vereadora de Paial em 2020, pelo PT, quando recebeu 81 votos. Ela não concorreu nas eleições de 2024.
Polícia Militar encontrou os suspeitos arrastando materiais pelo Centro; um deles havia sido preso dois dias antes por furto de fios.
Família da vítima seguia logo atrás em outro veículo e presenciou o acidente.
Tayrine Boehme, de 31 anos, estava internada em estado grave desde a colisão frontal ocorrida na BR-470, em Ibirama.
Vítima foi encontrada inconsciente e com traumatismo craniano após acidente na noite deste domingo.
Segundo a vítima, ele ameaçou incendiar a residência com ela dentro; mulher manifestou interesse em solicitar medida protetiva.
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