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A discussão não é nova na cidade. Durante a legislatura 2009–2012, uma proposta semelhante gerou forte reação popular e contou também com manifestação contrária da ACISLO.
Uma enquete realizada pelo vereador Mauro Michelon sobre o projeto que propõe o aumento do número de vereadores em São Lourenço do Oeste registrou forte rejeição popular à medida. Ao todo, 399 pessoas participaram, e 367 (92%) se manifestaram contra a ampliação de 9 para 11 cadeiras no Legislativo.
Michelon afirmou que o resultado reforça a posição de grande parte da comunidade e anunciou que também votará contrário ao projeto.
Em nota, declarou:
“Em respeito à ampla maioria, e entendendo que este não é o momento para ampliar o número de vereadores — até porque quantidade não significa qualidade ou capacidade — informo que meu voto também será contrário.”
O resultado expressivo reacende o debate público sobre representatividade, custos e prioridades do município.
Apesar da rejeição apontada na enquete, tramita na Câmara o Projeto de Emenda à Lei Orgânica nº 02/2025, assinado por sete dos nove vereadores, propondo o aumento de 9 para 11 cadeiras a partir de 2029.
A justificativa apresentada pelos autores cita:
Crescimento populacional apontado pelo Censo 2022 e estimativas do IBGE
Adequação ao limite constitucional de representatividade
Exemplo de municípios catarinenses com população semelhante que já adotam 11 vereadores
Segundo o projeto, a ampliação traria maior representatividade, aumento no debate legislativo e mais articulação política regional.
A ACISLO (Associação Empresarial e Cultural) divulgou nota pública se posicionando contra o aumento neste momento.
A entidade argumenta que:
O atual número de vereadores tem atendido às demandas legislativas
O cenário econômico pede responsabilidade fiscal
Representatividade não depende apenas de mais cadeiras, mas da qualidade da atuação parlamentar
A associação demonstra ainda preocupação com despesas futuras e com os impactos da Reforma Tributária sobre os municípios.
A discussão não é nova na cidade. Durante a legislatura 2009–2012, uma proposta semelhante gerou forte reação popular e contou também com manifestação contrária da ACISLO.
Agora, o tema volta ao centro do debate, desta vez impulsionado pela manifestação direta da população por meio da enquete e pelo posicionamento público de vereadores.
O projeto seguirá para análise nas comissões permanentes e, posteriormente, votação em plenário. Caso aprovado, só passará a valer em 2029, sem impacto imediato na legislatura atual.
Enquanto isso, a opinião pública ganha protagonismo no debate — e o resultado da enquete de Michelon reforça um recado claro da comunidade: a maioria não quer aumento no número de vereadores.
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