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Além da passageira, morreram no acidente o marido dela, que era avô do menino, e o cachorro da família. Criança teve ferimentos na cabeça. Acidente aconteceu no último sábado (25), em Araucária, na Gr
Rita de Cássia Padilha, que morreu em um acidente em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), estava abraçada ao neto do marido no momento da colisão. Ela era casada com o sargento do Corpo de Bombeiros Jonas de Oliveira Ribeiro, que também morreu na batida.
De acordo com a mãe de Joaquim, de 1 ano e 4 meses, Rita segurava ele no colo quando o carro foi atingido por um caminhão que invadiu a pista contrária. Com o impacto, os dois foram ejetados do veículo. O menino sobreviveu e teve ferimentos na cabeça.
"Ele estava no banco de trás, com a minha madrasta segurando ele no colo. No momento, ela abraçou ele e os dois foram ejetados. Ele ficou abraçado com ela até chegar o pessoal que ajudou", detalha Caroline.
Joaquim tinha passado o dia com o avô, o sargento Jonas e a esposa dele, Rita, no último sábado (25). A família pegou a estrada para entregar a criança para os pais.
Enquanto passavam pela BR-476, o veículo em que os três estavam foi atingido pelo caminhão. Câmeras de segurança registraram a batida.
Mãe descobriu acidente pelas redes sociais
Caroline contou que soube do acidente pelas redes sociais. Ela e o marido, Éric Rocha, reconheceram o carro da família em vídeos publicados sobre a batida.
"A gente não conseguia contato com eles, mas achei que eles estavam ocupados. Eu comecei a ficar preocupada porque a gente estava vendo as redes sociais e meu marido viu o vídeo. Foi terrível, porque a gente não sabia se era, ou se não era", detalha.
Éric identificou que se tratava do sogro porque reconheceu o veículo que aparecia na imagem.
"Eu abri as redes sociais e estava a notícia em muitas páginas, e eu reconheci a caminhonete, a coberta, tudo ali, e mesmo assim eu esperando que não fosse eles. Na hora que vi que realmente era, foi quando vi uma mensagem falando que tinha uma criança. Deu aquele momento de angústia", relembra.
Joaquim estava sem cadeirinha, foi ejetado do veículo no momento da batida e teve ferimentos na cabeça. Ele foi socorrido de helicóptero e levado ao Hospital do Trabalhador, em Curitiba.
Jonas morreu no local. Rita de Cássia Padilha, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância. No veículo estava também o cachorro da família, que morreu no local.
O casal cruzou as informações das notícias e foi até o hospital, onde descobriram que realmente se tratava dos próprios familiares.
"Sei que foi uma tragédia, mas eu agradeço por ele ter tido esse tempo com o avô dele, porque era o único neto do meu pai. A gente vai seguir pelo Joaquim", afirma a dentista.
A polícia investiga a batida. O motorista do caminhão não se feriu, mas, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), está com o direito de dirigir suspenso.
Ivo Barcelos, de 70 anos, não resistiu aos graves ferimentos.
Órgão também determinou apreensão de lote adulterado de Mounjaro e toxina botulínica falsificada.
Bombeiros foram acionados após proprietários encontrarem as vítimas inconscientes e relatarem um forte cheiro de gás no ambiente.
Vítima de 61 anos caiu ao tentar tirar os fios engatados no caminhão. Os bombeiros informaram que quando as equipes de socorro chegaram ao local, a vítima já estava sem vida.
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Menina de 16 anos era funcionária na mesma clínica em que o médico José Roberto Jacomel, de 75 anos, trabalhava. Ele foi demitido logo após a vítima denunciar o caso. Apesar disso, ele continuou indo