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Medida atinge produtos vendidos na internet com promessas não comprovadas e falta de testes de segurança.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira, dia 19, a suspensão de diversos produtos considerados irregulares no país, incluindo itens infantis da marca Tudo Akilo e suplementos alimentares vendidos online.
Entre os produtos proibidos estão suplementos em cápsulas das marcas Grancaps – Palmitoiletanolamida e “100 Dores”, comercializados pelas empresas Empreendimentos Pague Menos S/A e Zen Caps Logística LTDA. Segundo a Anvisa, esses itens vinham sendo anunciados na internet com promessas de benefícios à saúde que não têm aprovação do órgão.
Outro produto alvo da fiscalização foi um suplemento alimentar em pó da marca Vegan Foods/BRN Foods, fabricado pela empresa INTL Laboratórios Nutraceuticos LTDA. A Anvisa determinou o recolhimento do item e proibiu sua fabricação, venda, distribuição, divulgação e consumo.
De acordo com o órgão, a empresa responsável não realizou testes de estabilidade do produto, etapa essencial para garantir que ele mantenha a qualidade, segurança e composição durante todo o prazo de validade informado no rótulo.
A Anvisa reforça que a comercialização de produtos com alegações não comprovadas ou sem os testes exigidos pode colocar a saúde dos consumidores em risco.
Entre as vítimas estão 21 adultos e duas crianças. Cinco pessoas ficaram feridas, sendo três em estado grave e duas com ferimentos moderados.
Segundo a Polícia Militar, dois tiros foram efetuados para o alto após uma discussão. Uma espingarda modificada, munições calibre .22 e um facão foram apreendidos.
Segundo a Polícia Civil, o homem de 20 anos atuaria no armazenamento e na distribuição de drogas, além da guarda de armas. A investigação também aponta a utilização de adolescentes pelo grupo.
Antônio e Paulo Buscariollo estavam foragidos e foram capturados em um sítio. Carlos Henrique foi preso em outra cidade, enquanto Carlos Eduardo já permanecia detido.
História de Guilherme Bernardo
Caso é investigado pela 12ª DP (Copacabana). Segundo parentes, agressões começaram após um segurança acusar injustamente Cláudio Rafael Landeiro de roubo.