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Segundo a Polícia Civil, o homem de 20 anos atuaria no armazenamento e na distribuição de drogas, além da guarda de armas. A investigação também aponta a utilização de adolescentes pelo grupo.
A Polícia Civil cumpriu, na tarde de terça-feira (18), um mandado de prisão temporária contra um homem de 20 anos investigado por envolvimento com um grupo criminoso em São Domingos.
Segundo a corporação, ele era o último alvo que permanecia pendente de captura após a operação deflagrada em 29 de julho para investigar a atuação do grupo no município.
De acordo com as informações reunidas no inquérito, o homem teria participação relevante no armazenamento e na distribuição de drogas.
As investigações também apontam que ele seria responsável pela guarda e ocultação de armas de fogo pertencentes ao grupo.
Conforme a Polícia Civil, a associação criminosa investigada ainda teria cooptado e utilizado adolescentes para a comercialização de entorpecentes na região.
As medidas cautelares foram solicitadas pela Polícia Civil no âmbito da investigação sobre os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ou porte ilegal de arma de fogo.
Os pedidos receberam parecer favorável do Ministério Público e foram decretados pelo Poder Judiciário. A prisão temporária tem caráter cautelar e busca preservar a coleta das provas e a continuidade das diligências.
Com a localização do último investigado, a Polícia Civil informou que o inquérito entrou na fase final. O procedimento deverá ser concluído e encaminhado ao Poder Judiciário nos próximos dias.
Denúncias anônimas podem ser realizadas pelo Disque 181 ou pelos canais oficiais da Polícia Civil, com garantia de sigilo.
Entre as vítimas estão 21 adultos e duas crianças. Cinco pessoas ficaram feridas, sendo três em estado grave e duas com ferimentos moderados.
Segundo a Polícia Militar, dois tiros foram efetuados para o alto após uma discussão. Uma espingarda modificada, munições calibre .22 e um facão foram apreendidos.
Antônio e Paulo Buscariollo estavam foragidos e foram capturados em um sítio. Carlos Henrique foi preso em outra cidade, enquanto Carlos Eduardo já permanecia detido.
História de Guilherme Bernardo
Segundo a PM, o condutor não possuía habilitação, apresentava sinais de ingestão de álcool e recusou o etilômetro. O veículo tinha diversas irregularidades.
A medida protetiva estabelecia distância mínima de 100 metros. A mulher foi presa e conduzida à Delegacia de Polícia Civil.