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Mandados foram cumpridos em São Miguel do Iguaçu durante a segunda fase da Operação Vox Integra, que investiga crimes relacionados às eleições municipais de 2024.
Cinco servidores públicos municipais foram afastados de suas funções durante a segunda fase da Operação Vox Integra, deflagrada na manhã desta terça-feira (10), em São Miguel do Iguaçu, no Paraná.
Durante a operação, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, todos no município. As medidas também incluíram o afastamento cautelar de cinco servidores públicos municipais, determinado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR).
A ação tem como objetivo aprofundar investigações sobre violência política de gênero, corrupção eleitoral, associação criminosa armada e transporte irregular de eleitores, crimes que teriam sido praticados no contexto das Eleições Municipais de 2024.
As investigações começaram ainda em 2024 e apontam para a atuação de um grupo criminoso que teria se estruturado para garantir a manutenção do poder político local a qualquer custo.
De acordo com os elementos já reunidos pelas autoridades, o grupo teria promovido atos de intimidação contra adversários políticos, inclusive com o uso de arma de fogo em uma emboscada, além de manter uma contabilidade paralela destinada à compra de votos.
Segundo os investigadores, há indícios de que a estrutura da administração municipal teria sido utilizada para a prática de ilícitos eleitorais, inclusive por meio de nomeações para cargos comissionados e da liberação irregular de procedimentos médicos em troca de apoio político.
As buscas realizadas nesta fase da operação tiveram como objetivo reunir provas relacionadas à compra de votos, ameaças a adversários políticos e possível uso indevido da estrutura administrativa municipal em benefício eleitoral.
Durante as diligências, foram apreendidos celulares dos investigados, computadores, documentos e uma arma de fogo com munições.
Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes de corrupção eleitoral, violência política de gênero, associação criminosa armada e transporte irregular de eleitores.
Somadas, as penas máximas previstas para os delitos podem chegar a 18 anos e 6 meses de reclusão.
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