Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Laudo apontou contaminação e falhas no processo de fabricação do produto.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou, nesta quarta-feira, dia 6, o recolhimento de lotes de canela em pó da marca Kodilar, produzida pela empresa M.W.A. Comércio de Produtos Alimentícios Ltda, por apresentar pelo de roedor.
Além do recolhimento, o órgão também suspendeu a venda, a distribuição, a divulgação e o uso do produto em todo o país.
A decisão foi tomada após um laudo da Fundação Ezequiel Dias, laboratório de referência em Minas Gerais, apontar problemas no produto. Segundo a análise, foram encontrados materiais considerados impróprios, como pelo de roedor, o que representa risco à saúde.
O documento também indicou falhas no processo de fabricação, com a presença de fragmentos de pelos de mamíferos não identificados, o que descumpre as normas sanitárias.
Suspeito de 23 anos havia deixado recentemente a prisão e foi localizado no imóvel no bairro Santa Catarina.
Vítima de 16 anos havia procurado a Polícia Civil para relatar ameaças e solicitar medidas protetivas contra a mãe.
Motorista teria acelerado contra a equipe policial e continuado a fuga mesmo depois de ter os pneus atingidos.
Oito barras de chocolate foram recuperadas durante uma abordagem no Centro; dois adolescentes também foram apreendidos.
Crime ocorreu na madrugada de sábado, 13, nas proximidades do cemitério da Aldeia Paiol de Barro; vítima tinha 25 anos e foi morta por ferimentos provocados por arma branca.
Veículo saiu da pista, atingiu postes da rede elétrica e tombou às margens do Contorno Viário; vítima ficou presa às ferragens.