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Motorista de aplicativo de 69 anos estava desaparecido desde segunda-feira. Dois suspeitos foram presos no Paraná com o carro da vítima.
O motorista de aplicativo Alvício Epp, de 69 anos, foi identificado como a vítima encontrada morta na manhã de terça-feira, dia 19, em Chapecó. O corpo estava próximo a uma escola desativada, com sinais de violência, mãos amarradas e uma corda em volta do pescoço, com marcas de estrangulamento.
Dois homens suspeitos de envolvimento no crime foram presos em Cascavel, no Oeste do Paraná. Eles foram localizados com o Toyota Etios branco utilizado por Alvício para trabalhar.
Segundo as autoridades policiais, o carro foi identificado circulando pelas BRs 277 e 369. Equipes da Polícia Militar, Guarda Municipal e do helicóptero Falcão 15 iniciaram acompanhamento ao veículo, que fugiu em alta velocidade até uma área rural do bairro Cataratas.
Durante a perseguição, o motorista perdeu o controle da direção e bateu o veículo perto de uma plantação de milho. Os dois ocupantes tentaram fugir a pé pelo milharal, mas foram cercados e presos. Um dos suspeitos, de 22 anos, foi baleado durante a abordagem. O outro homem tem 27 anos.
Desaparecimento
O motorista estava desaparecido desde a tarde de segunda-feira, dia 18, quando parou de responder mensagens enviadas por familiares. O corpo foi encontrado após um morador perceber documentos espalhados perto de uma caixa d’água, nos fundos da escola desativada, e verificar o local. A vítima estava embaixo da tampa da caixa d'água.
Conforme os relatos dos suspeitos à polícia, Alvício teria sido deixado com vida entre Pinhalzinho e Chapecó, mas a versão ainda será investigada pela Polícia Civil.
Despedida
O velório de Alvício Epp é realizado na Igreja Evangélica Luterana Cristo Redentor, no bairro São Cristóvão, em Chapecó. O sepultamento vai acontecer no município de Carlos Barbosa (RS), com o translado do corpo previsto para as 9 horas da manhã desta quarta-feira, dia 20.
Nas redes sociais, diversos comentários de lamento e revolta foram publicados. “Muito triste o que aconteceu. Meus sentimentos aos familiares”, diz uma das postagens. “Esses assassinos vão ter o que merecem. Por que matar um homem que estava trabalhando para levar o sustento para casa?”.
A Polícia Científica realizou perícia no local do crime e o veículo recuperado também passará por análise técnica. O caso segue é investigado inicialmente como latrocínio (roubo seguido de morte).
Militar do 1º Batalhão Ferroviário também cursava Direito na Uniplac, que lamentou a morte e cancelou aulas da turma.
Decisão determinou pagamento de R$ 450 mil aos familiares de Giovani Klein Victoria.
Bombeiros foram acionados para atender a ocorrência na tarde desta terça-feira.
ANS também ampliou a proteção de bebês prematuros contra vírus respiratório.
Acidente foi em Araquari. Motorista e idoso, que estavam nos bancos da frente do automóvel, morreram no local.
Segundo laudo, ele sabia que tinha o vírus desde cerca de 2015. Mulher descobriu soropositividade em 2022.