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Restam apenas ingressos disponíveis para a sessão extra, marcada para as 22h00.
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Conforme a Polícia Civil, coach atuava em Balneário Camboriú e Joinville e, além de fazer prescrições falsificadas, superfaturava com venda de medicamentos.
O dono de uma rede de clínicas de estética de luxo de Santa Catarina foi preso nesta terça-feira (15) suspeito de comandar uma organização criminosa que vendia serviços irregulares de nutrição e medicina.
O homem já havia sido condenado por atuar como nutricionista sem ter formação na área em 2019.
Segundo a Polícia Civil, o coach estético encaminhava prescrições médicas falsificadas e superfaturava com venda casada de fórmulas feitas por ele, mesmo sem formação.
Também há relatos de medicamentos vencidos e não refrigerados corretamente.
Nas redes sociais da clínica, que possui unidades em Balneário Camboriú e Joinville, há publicações sobre emagrecimento, além de fotos com supostos resultados de clientes que adquiriram os serviços da rede.
A Operação Venefica, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Joinville, investiga as práticas de falsificação e adulteração de produtos medicinais, exercício ilegal da profissão, falsidade ideológica, lavagem de capitais e organização criminosa.
Foram cumpridos outros cinco mandados de prisão preventiva e 50 mandados de busca e apreensão também no Paraná e em São Paulo.
A Justiça determinou o bloqueio de bens, como veículos e dinheiro, suspensão de perfis e contas em redes sociais, suspensão de quatro filiais (incluindo as de Balneário Camboriú e Joinville), além de outras medidas cautelares.
Os bens, conforme a investigação, raramente estavam no nome do suspeito, que usava "laranjas" para ocultar o patrimônio e as empresas.
A reportagem procurou a defesa do preso, que não quis se manifestar.
Irregularidades
Segundo a Polícia Civil, o coach estético encaminhava prescrições falsificadas aos clientes. O coach também é suspeito de superfaturar com venda casada de fórmulas de medicamentos.
A clínica evitava dar receitas nas mãos dos clientes, que não tinham escolha de onde adquirir os produtos. Conforme a apuração da Polícia Civil, eles recebiam uma espécie de protocolo para retirada dos remédios em farmácias de manipulação que faziam parte do esquema.
Sem formação na área, o suspeito contratava nutricionistas e médicos, que assinavam as prescrições, além de biométicos, que faziam a aplicação de injetáveis dentro da própria clínica.
O site da clínica F. Coaching lista que o oferecimento dos seguintes serviços:
Só em uma das unidades, conforme a Polícia Civil, havia mais de 110 clientes agendados para esta terça-feira.
Coach já havia sido preso e condenado
Em 2017, o suspeito já havia sido detido por atuar como nutricionista sem ter formação na área e vender medicamentos sem registro.
O homem tinha uma outra clínica em Joinville e, à época da prisão, a Polícia Civil havia informado que pacientes de Ponta Grossa (PR) passaram mal após usar os medicamentos.
Em 2019, na sentença proferida pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), ele foi condenado a oito anos de prisão por falsificação e venda de medicamentos sem registro, omissão da qualidade de produtos indicada aos clientes e falso exercício da profissão.
Também é investigado se menino sofreu violência sexual. Caso aconteceu em Balneário Piçarras.
Enquanto a ocorrência era atendida, sobreveio a informação de que “duas vítimas deram entradas no hospital, uma com disparo de arma de fogo e outro com lesões cortocontusas na região da cabeça“.
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