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Em 2024, foram em média 14 vítimas do sexo feminino todos os dias. Dados com base em registros da Segurança Pública foram divulgados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
No Código Penal desde abril de 2021, o crime de stalking é caraterizado pela perseguição on-line ou no mundo físico e tem como principais vítimas as mulheres. Em Santa Catarina, houve alta nos registros em 2024, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
Na comparação com o ano anterior, alta no estado foi de 21%, com 5.249 novos casos, diante de 4.267 em 2023. A taxa ficou em 128 casos a cada grupo de 100 mil mulheres, uma média de 14 vítimas do sexo feminino perseguidas por dia.
Os dados do anuário foram publicados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), na quinta-feira (24) e reúne registros criminais anualmente feitos pelas secretarias de segurança pública dos 26 estados e do DF.
Como identificar?
Segundo a advogada Gisele Truzzi, especialista em crimes digitais, em entrevista, a principal característica desse crime é a repetição: "a perseguição reiterada é o primeiro sinal de alerta", explica.
Ela explica que o stalking consiste em uma série de comportamentos que, acontecendo de forma repetitiva, tolhem qualquer forma de liberdade da vítima — de não se sentir confortável em publicar conteúdo nas redes sociais até ter medo de andar na rua.
As formas em que o assédio pode ocorrer são variadas:
Outras situações semelhantes podem indicar o stalking, mas o principal ponto é que elas sempre vão ocorrer repetidamente, em vários dias, em um mesmo horário ou em diferentes momentos.
Além disso, Gisele destaca que o stalking geralmente está associado a outros crimes, como ameaça, extorsão ou violência psicológica — todas situações que amedrontam a vítima e podem cercear sua liberdade.
Como denunciar
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