Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Mulher camuflou maconha, manuscritos, fumo e linha nas laterais do sutiã e na calça. Material foi localizado durante análise de scanner.
Uma professora foi flagrada tentando entrar com fumo, maconha, manuscritos e linha na Penitenciária Industrial de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, nesta sexta-feira (31). O caso foi descoberto após ela passar por um scanner corporal (imagem acima).
No total, os policiais penais acharam 1,6 quilo de materiais ilícitos escondidos nas laterais do sutiã e na calça da mulher. Após o flagrante, de foi levada até a Central de Plantão Policial (CPP) da cidade.
Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social (Sejuri) informou que a direção da unidade adotou as medidas administrativas. A mulher atuava como professora na unidade educacional do presídio.
O g1 tentou contato com a delegacia da cidade, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
Fiscalização
O caso foi descoberto durante uma fiscalização de rotina na unidade prisional. Após ser informada sobre a inconsistência identificada pelo scanner, a mulher entregou voluntariamente os materiais que estavam ocultos sob as roupas.
Veículo capotou, teve a estrutura severamente destruída e derrubou um poste em São Lourenço do Oeste.
Estrutura cedeu durante o processo de enchimento com concreto.
Vítima, de 45 anos, sofreu ferimentos no pescoço, na mão e na perna, o suspeito, de 19 anos, não foi localizado pela Polícia Militar.
Mirella Kern sofreu um infarto, segundo o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). Caso ocorreu em Luiz Alves, no Vale do Itajaí.
Joanderson Santos Silva foi a última pessoa vista com Maria Fernanda Naiser Fragais antes de ela ser encontrada morta com sinais de estrangulamento. Ele é procurado pela polícia.
Taraneh Rahimi é acusada de envolvimento na morte de um integrante da Guarda Revolucionária; irmã gêmea recebeu 36 anos de prisão e família denuncia tortura