Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Vanessa Pansera, lourenciana que transformou a paixão por motos em um estilo de vida compartilhado em família.
Com coragem, leveza e espírito aventureiro, a lourenciana Vanessa Pansera, de 39 anos, encontrou nas trilhas de moto não apenas um hobby, mas um caminho de liberdade e conexão com a natureza. Agente de crédito há nove anos na Extracredi, ela divide a paixão pelas trilhas com o marido e a filha Maria Isabel, de 18 anos, criando uma história inspiradora de amor, superação e união familiar sobre duas rodas.
“Essa ligação com motos vem desde a adolescência.”
Vanessa conta que a paixão pelas trilhas surgiu há cerca de cinco anos, quando pegou emprestada a moto de um familiar para dar uma volta.
“Até então eu apenas admirava quando via passar. Ali o desejo aumentou, mas na época tínhamos outras prioridades.”
“O que mais me encanta nas trilhas é a sensação de liberdade e a conexão com a natureza. É uma mistura de desafio e tranquilidade. A vista ao longo do percurso me encanta e traz uma paz que só quem anda sabe.”
Ela diz que cada trilha é uma lição de paciência e valorização do processo.
“Aprendo que o percurso é tão importante quanto o destino.”
“Fazer trilha é uma atividade que exige coragem. Você nunca sabe o que vem pela frente.”
Vanessa começou aos poucos, praticando em estradas e terrenos.
“Fui pegando dicas de postura e manuseio da moto com pilotos experientes. Minha primeira trilha foi com muita chuva. Achei que não ia fazer nem 10 km, e acabei completando 30 km de 80 km.”
“Na região há muitos eventos e, sempre que posso, participo. Costumo convidar conhecidos que também andam, mas ainda não participo de grupo fixo.”
Segundo ela, o ambiente é repleto de boas histórias e risadas.
“Ao encontrar mulheres trilheiras, sempre nos incentivamos.”
“O ambiente off-road ainda é majoritariamente masculino. No começo existe um certo olhar de dúvida ou subestimação, mas com o tempo a gente mostra que lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive nas trilhas.”
Vanessa afirma que encontrou respeito e apoio nesse meio.
“O importante é seguir firme, mostrar competência e inspirar outras mulheres a acreditarem que elas também podem viver essa paixão.”
“Além de mim e do meu esposo, nossa filha Maria Isabel, de 18 anos, também anda. Desde pequena ela foi corajosa e aventureira, logo se apaixonou pelo esporte.”
No início, Vanessa confessa que teve medo:
“Mas tudo foi acontecendo com apoio, incentivo, orientação e acompanhamento.”
“É um sentimento único e especial compartilhar essa paixão em família. Fortalece laços e cria memórias que vão além das trilhas.”
Ela se emociona ao ver o mesmo brilho nos olhos da filha.
“É uma troca de amor, aprendizado e inspiração que nos une mais a cada aventura.”
“Cada trilha tem sua história, mas quando chegamos ao topo e vemos aquela paisagem incrível, percebemos que tudo vale a pena: o esforço, o cansaço, a poeira ou a chuva. É ali que a gente se reconecta com a vida e com quem ama.”
“O medo é natural, mas não pode ser maior que a vontade de viver algo novo. Começar nas trilhas é descobrir sua força, sua conexão com a natureza e o prazer da superação. Vá no seu ritmo, busque informações, comece com trilhas leves e vá acompanhada. Cada passo é uma conquista e logo o que era insegurança vira liberdade.”
“Ainda tenho muitos sonhos. Quero explorar novos destinos, fazer trilhas mais longas e desafiadoras — e quem sabe participar de algum grande evento off-road.”
Mas o maior desejo de Vanessa é continuar vivendo essas aventuras ao lado da filha.
“Nunca deixem que o medo impeça vocês de viver algo que desperte o coração. As trilhas ensinam sobre força e coragem. Acreditem no seu potencial e sigam seus sonhos. Cada caminho percorrido é uma vitória — e o mais bonito é que a jornada só está começando.”
Radicado há 26 anos em Caxias do Sul (RS), ele transformou a paixão pela música em profissão e hoje atua com grandes nomes do cenário nacional.
Nem toda ansiedade é transtorno, mas também não deve ser ignorada
De São Lourenço do Oeste para Foz do Iguaçu, ele construiu uma história marcada por trabalho, decisões difíceis e a coragem de buscar algo maior.
Entre a saudade e o sonho, um lourenciano que segue em movimento sem esquecer de onde veio.
Convocação coroa trajetória construída desde a infância no interior e leva atleta ao cenário internacional.
Quebre o silêncio, procure ajuda psicológica, busque pessoas de confiança, ligue 180. O amor verdadeiro jamais exigirá que você diminua a si mesma para caber nele.