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Hospital informou que o paciente não apresenta alterações clínicas causadas por conta da picada. Disse ainda que passou por dedetização há 20 dias e que reforçou medidas preventivas.
Um homem de 38 anos foi picado na orelha por um escorpião enquanto estava internado no Hospital Municipal Padre Germano Lauck, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.
Segundo a família, o paciente está no local aguardando uma transferência há pelo menos 43 dias.
O homem sentiu uma picada na orelha direita.
A esposa dele verificou a cama e encontrou um escorpião sobre o travesseiro.
Em seguida, o homem passou a sentir dores intensas, que se estenderam até o pescoço.
Ele recebeu anestesia local e medicamentos.
Vídeos gravados pelos familiares dele mostram diversos buracos na parede da instituição, de onde eles suspeitam que saem os animais.
Em nota, o hospital informou que o paciente foi atendido pela equipe e que não apresenta alterações clínicas causadas por conta da picada.
A administração informou ainda que o hospital passou por dedetização há cerca de 20 dias e que reforçou medidas preventivas.
De acordo com dados preliminares do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), foram registrados neste ano 7.081 acidentes envolvendo escorpiões em todo o Paraná.
O que fazer em caso de picada de escorpião?
Mantenha a calma e afaste a vítima do animal.
Lave o local com água e sabão.
Não faça torniquete, cortes ou sucção.
Se possível, capture o escorpião com segurança.
Procure atendimento imediato em hospital de referência.
Compressas de água morna podem aliviar a dor até a chegada ao atendimento.
A dor é imediata e pode irradiar pelo membro, acompanhada de vermelhidão e suor local. Em crianças, os casos podem evoluir para vômitos, agitação, arritmia cardíaca, dificuldade para respirar e até choque. Esses sinais exigem socorro urgente.
O diagnóstico é clínico e o tratamento é feito com soro antiescorpiônico, disponível apenas em hospitais.
Nos casos graves, podem ser necessários
exames como eletrocardiograma e radiografia de tórax.
O Ministério da Saúde reforça que os acidentes são mais comuns nos meses quentes e chuvosos, mas a prevenção deve ser mantida o ano todo.
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