Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Homem apresentava comportamento alterado, recusou o teste do etilômetro e foi encaminhado à Delegacia após atendimento médico.
Um homem foi preso por embriaguez ao volante após um sinistro de trânsito com pessoa ferida registrado por volta das 18h de sexta-feira (3), no bairro Cristo Rei, em Quilombo.
A Polícia Militar foi acionada para atender um acidente envolvendo um automóvel e uma motocicleta. Quando a guarnição chegou ao local, uma equipe do Corpo de Bombeiros já prestava atendimento à ocorrência.
Conforme apurado pela polícia, o automóvel acessava a via quando a motocicleta saiu de um estacionamento e ingressou na contramão, ocasionando uma colisão frontal.
O condutor da motocicleta deixou o local antes da chegada da guarnição. Ele foi localizado posteriormente no interior de uma igreja nas proximidades, apresentando comportamento alterado, falas desconexas e resistência passiva às ordens policiais.
Segundo a ocorrência, foi necessário o uso de algemas para contenção e segurança.
Durante a abordagem, os policiais constataram que o condutor da motocicleta apresentava sinais de alteração da capacidade psicomotora.
O teste do etilômetro foi oferecido, mas o homem se recusou a realizar. Após atendimento médico em razão de escoriações, ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia para os procedimentos cabíveis.
Veículo capotou, teve a estrutura severamente destruída e derrubou um poste em São Lourenço do Oeste.
Estrutura cedeu durante o processo de enchimento com concreto.
Vítima, de 45 anos, sofreu ferimentos no pescoço, na mão e na perna, o suspeito, de 19 anos, não foi localizado pela Polícia Militar.
Mirella Kern sofreu um infarto, segundo o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). Caso ocorreu em Luiz Alves, no Vale do Itajaí.
Joanderson Santos Silva foi a última pessoa vista com Maria Fernanda Naiser Fragais antes de ela ser encontrada morta com sinais de estrangulamento. Ele é procurado pela polícia.
Taraneh Rahimi é acusada de envolvimento na morte de um integrante da Guarda Revolucionária; irmã gêmea recebeu 36 anos de prisão e família denuncia tortura