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Autor do crime, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira, dia 9.
O jovem Jorlan Pereira Sobrinho, de 26 anos, assassinado a facadas em 27 de junho deste ano, teria sido morto por causa de uma d?vida de R$ 20, segundo investiga??es da Pol?cia Civil.
Conforme as equipes, o acusado pelo crime, de 29 anos, foi preso preventivamente na tarde desta quarta-feira, dia 9, no pr?prio munic?pio.
Jorlan teria sido agredido com dois golpes de faca na regi?o do abd?men na manh? de sexta-feira, dia 27, em uma resid?ncia no bairro Antoniolli. O jovem foi encontrado ca?do, j? sem vida, ao lado da porta de entrada da casa onde moravam quatro homens.
Durante o trabalho pericial, a Pol?cia Civil recebeu a confirma??o de que o local do crime havia sido lavado antes da chegada das equipes, o que indicou uma tentativa de adultera??o da cena.
Na manh? do mesmo dia, cinco homens que residiam no im?vel foram conduzidos pela Pol?cia Civil ? Delegacia de Pol?cia para prestarem esclarecimentos. O autor, detido nesta quarta, havia sido preso em flagrante, mas teve a pris?o convertida em tempor?ria pela Justi?a.
Dívida por litro de cachaça
Nos dias seguintes, a Polícia Civil intensificou as diligências, reunindo provas, ouvindo testemunhas e analisando as contradições nos depoimentos. O inquérito apontou que a motivação do crime teria sido uma dívida de apenas R$ 20, referente a um litro de cachaça comprado em um bar próximo ao local do homicídio.
Ainda de acordo com a polícia, Jorlan teria se recusado a pagar a quantia sob a alegação de que o autor também devia dinheiro para ele. O desentendimento evoluiu para uma briga que terminou nas facadas.
Conforme apurado, após esfaquear Jorlan, o autor teria expulsado a vítima da residência e a deixou agonizando do lado de fora. Com isso, o jovem acabou sendo socorrido apenas na manhã seguinte, quando já estava sem sinais vitais.
Jorlan era natural de Canarana, na Bahia, e vivia em Faxinal dos Guedes. Segundo a cunhada dele, ele dividia moradia com amigos de trabalho vindos do Nordeste.
“Muito feliz, sempre brincalhão e alegre, muito trabalhador. [...] A vida dele não vai mais voltar. Estamos na torcida para que a justiça seja feita”, disse a familiar ao Oeste Mais.
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