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Crime aconteceu em 2023. Suspeito tem 35 anos e confessou crime, segundo Polícia Civil.
O jardineiro preso suspeito de matar Janete Casagrande Favaro, de 66 anos, dona da casa onde ele trabalhava em Criciúma, no Sul de Santa Catarina foi condenado a 24 anos, oito meses e 12 dias anos de reclusão em regime inicial fechado por homicídio duplamente qualificado. O caso aconteceu em dezembro de 2023.
O julgamento ocorreu na quinta-feira (21), no Fórum da Comarca de Criciúma, e reuniu familiares e amigos da vítima
O Conselho de Sentença acatou integralmente a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
Durante o julgamento, o promotor Fernando Rodrigues de Menezes Júnior destacou que o crime foi cometido com recurso que dificultou a defesa da vítima, uma idosa sem condições de reagir. A pena foi agravada por ela ter mais de 60 anos.
O réu foi condenado e não poderá recorrer em liberdade. Ele foi encaminhado diretamente ao presídio para iniciar o cumprimento da pena.
Na época, o jardineiro foi encontrado na casa dele, no bairro São Defende. Com ele, os policiais encontraram as roupas recém-lavadas, usadas no momento do crime.
O suspeito confessou e disse que atacou a idosa com pauladas do cabo de uma picareta que estava no quintal da casa, segundo a Polícia Civil.
"Tentou alegar que a vítima teria o atacado sem motivo, com uma faca. Mas não foi encontrada a faca no local e a vítima apresentava diversas lesões na cabeça, o que não indica defesa por parte dele", relatou o delegado.
Vítima foi localizada em uma área de mata no bairro Desbravador.
Meninas eram passageiras do veículo, que saiu da pista e capotou.
Menino foi atacado com 62 golpes, enquanto a mãe levou 80 facadas, porque homem não aceitava fim do relacionamento.
Vítima foi atingida no rosto, pescoço e mão, e foi levada ao hospital. Caso aconteceu em Lages e homem foi detido após bater carro.
Agressor chegou a entrar em luta corporal contra o pai da criança, enquanto a mãe fugia com o carrinho. Guarda Municipal foi chamada e suspeito, contido.
Polícia Militar registrou o caso como maus-tratos contra animais e abandono de incapaz. Responsável pela casa, em Indaial, foi conduzida à delegacia.