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Emília Anzolin, de 72 anos, morava na área rural. Idosa sumiu na madrugada de 15 de janeiro e mobilizou buscas do Corpo de Bombeiros.
Emília Anzolin, de 72 anos, foi encontrada morta nesta terça-feira (27) a 350 metros da própria casa após passar 13 dias dias desaparecida em Mallet, na região central do Paraná.
A idosa sumiu na madrugada do dia 15 de janeiro e mobilizou buscas do Corpo de Bombeiros, que usaram equipes especializadas, drones, cães de busca e apoio aéreo, totalizando mais de 800 quilômetros percorridos, além das áreas varridas por meios aéreos.
"A vítima foi localizada após avistamento durante pulverização em uma plantação de soja. As equipes deslocaram-se imediatamente ao local, porém a localização foi dificultada pela vegetação densa e pelas características do terreno. A vítima encontrava-se a mais de 350 metros em linha reta da residência, em direção diferente daquela usualmente percorrida, conforme informações locais", diz a corporação.
Emília morava na Colônia Dulcio. Familiares relataram ao Corpo de Bombeiros que ela era diagnosticada com Alzheimer e já havia desaparecido outras vezes.
A Doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo progressivo que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória e é a forma mais comum de demência.
Na última vez em que havia sumido, em 2025, a idosa foi encontrada pelos bombeiros a cerca de dois quilômetros de casa, em meio a uma lavoura. O local influenciou as buscas de 2026.
"O planejamento inicial foi montado pelo Google Earth, com base no Último Ponto Visto (UPV), levando em consideração o terreno e o ponto onde foi ela localizada na última busca, em 2025. A princípio varremos estradas e vasculhamos principalmente onde ela foi encontrada pela última vez", explicou o Corpo de Bombeiros.
Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre o velório da idosa.
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