15 de maio de 2026
Segurança

Homem de 57 anos é preso no bairro Perpétuo Socorro por abusar da própria neta desde que ela tinha 8 anos

Investigação da Polícia Civil aponta que os abusos teriam começado em 2022, quando a vítima tinha apenas oito anos e residia com os avós em São Lourenço do Oeste.

Por Redação TiviNet, com informações da Polícia Civil de Santa Catarina

Atualizado em 14/05/2026 | 16:55:00

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) de São Lourenço do Oeste, cumpriu na tarde desta quinta-feira (14) um mandado de prisão temporária e outro de busca e apreensão contra um homem de 57 anos investigado por estupro de vulnerável. A prisão ocorreu no bairro Perpétuo Socorro.


Abusos teriam ocorrido desde 2022

De acordo com a investigação, o homem é investigado por praticar atos de violência sexual contra a própria neta, atualmente com 12 anos de idade.

Segundo a Polícia Civil, os abusos teriam ocorrido de forma continuada desde o ano de 2022, período em que a vítima tinha apenas oito anos e morava com os avós.


Medidas foram autorizadas pela Justiça

Diante da gravidade dos fatos e da necessidade de garantir a preservação das provas, a Polícia Civil representou pela prisão temporária e pela realização de busca e apreensão.

As medidas receberam parecer favorável do Ministério Público e foram decretadas pelo Juízo da Vara Única da Comarca de São Lourenço do Oeste.

Conforme a Polícia Civil, a prisão temporária busca assegurar a continuidade das diligências e das perícias relacionadas ao caso.

A corporação destacou ainda que, devido à natureza do crime — considerado hediondo —, a legislação permite que o investigado permaneça custodiado durante o período necessário para a conclusão das investigações. Havendo provas robustas, a prisão poderá ser convertida em preventiva.


Polícia reforça importância das denúncias

A Polícia Civil também reforçou a importância de que casos de violência contra crianças e adolescentes sejam denunciados imediatamente.

Segundo a corporação, a omissão pode permitir a continuidade dos abusos e ampliar os traumas sofridos pelas vítimas. Já a denúncia representa o primeiro passo para interromper o ciclo de violência e responsabilizar os autores.

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