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Houve registro de arremesso de garrafas, uso de fogos de artifício. Ao menos nove pessoas ficaram feridas nas duas cidades.
Torcedores argentinos e brasileiros se envolveram em tumultos e confrontos em Balneário Camboriú e Florianópolis após a derrota da Argentina para a Espanha na final da Copa do Mundo, na noite de domingo (19). Ao menos nove pessoas pessoas ficaram feridas durante ocorrências nas duas cidades, conhecidas pela grande concentração de torcedores hermanos.
Em Balneário Camboriú, foram oito feridos após confusões que ocorreram no calçadão da Praia Central, onde o jogo foi transmitido, e arredores. A Guarda Municipal da cidade registrou brigas, arremesso de garrafas e lançamento de fogos de artifício contra as guarnições.
Imagens mostram uma briga entre os torcedores argentinos e brasileiros após o jogo, além da presença da Polícia Militar para conter brigas em Balneário Camboriú.
Em Florianópolis, no bairro de Canasvieiras, tradicional ponto de encontro de turistas do país vizinho, o conflito entre brasileiros e argentinos precisou ser dispersado pela Polícia Militar.
Um argentino de 33 anos foi encontrado ferido na região logo após o jogo e precisou de atendimento médico.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, o homem foi atendido pelo Samu com suspeita de lesão na medula espinhal.
Inicialmente consciente, ele ficou desorientado durante o transporte e recebeu suporte de oxigênio antes de ser encaminhado ao Hospital Governador Celso Ramos.
Veículo capotou, teve a estrutura severamente destruída e derrubou um poste em São Lourenço do Oeste.
Estrutura cedeu durante o processo de enchimento com concreto.
Vítima, de 45 anos, sofreu ferimentos no pescoço, na mão e na perna, o suspeito, de 19 anos, não foi localizado pela Polícia Militar.
Mirella Kern sofreu um infarto, segundo o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). Caso ocorreu em Luiz Alves, no Vale do Itajaí.
Joanderson Santos Silva foi a última pessoa vista com Maria Fernanda Naiser Fragais antes de ela ser encontrada morta com sinais de estrangulamento. Ele é procurado pela polícia.
Taraneh Rahimi é acusada de envolvimento na morte de um integrante da Guarda Revolucionária; irmã gêmea recebeu 36 anos de prisão e família denuncia tortura