Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Polícia Militar informou que menino de 11 anos estava nos fundos do imóvel quando acabou sendo atingido pelas chamas em Chapecó.
A criança de 11 anos que sofreu queimaduras em cerca de 80% do corpo após uma explosão em Chapecó estava aprendendo atividades relacionadas à soldagem. A informação foi repassada pelo pai do menino, de 45 anos, à Polícia Militar, que atendeu a ocorrência na tarde de segunda-feira, dia 22.
Quando a guarnição chegou ao imóvel, localizado em uma residência onde também funciona uma empresa, equipes do Corpo de Bombeiros Militar já prestavam os primeiros socorros à vítima. O menino foi encaminhado em estado grave ao Hospital Regional do Oeste (HRO).
Conforme a PM, testemunhas relataram que faziam um serviço de soldagem quando a criança se deslocou para os fundos do terreno. Em determinado momento, uma das pessoas presentes percebeu o menino segurando um recipiente e, logo em seguida, viu a vítima com o corpo em chamas.
O pai da criança informou aos policiais que não estava no local no momento do acidente. Segundo ele, o filho estava aprendendo atividades ligadas à soldagem.
De acordo com os bombeiros, havia recipientes com produtos inflamáveis utilizados no processo produtivo da empresa. A criança sofreu queimaduras extensas e também apresentou comprometimento das vias aéreas.
As Polícias Civil e Científica foram acionadas para investigar as circunstâncias do caso. A Seção de Investigação de Incêndio do Corpo de Bombeiros Militar também esteve no local para realizar os levantamentos técnicos.
Veículo capotou, teve a estrutura severamente destruída e derrubou um poste em São Lourenço do Oeste.
Estrutura cedeu durante o processo de enchimento com concreto.
Vítima, de 45 anos, sofreu ferimentos no pescoço, na mão e na perna, o suspeito, de 19 anos, não foi localizado pela Polícia Militar.
Mirella Kern sofreu um infarto, segundo o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). Caso ocorreu em Luiz Alves, no Vale do Itajaí.
Joanderson Santos Silva foi a última pessoa vista com Maria Fernanda Naiser Fragais antes de ela ser encontrada morta com sinais de estrangulamento. Ele é procurado pela polícia.
Taraneh Rahimi é acusada de envolvimento na morte de um integrante da Guarda Revolucionária; irmã gêmea recebeu 36 anos de prisão e família denuncia tortura