Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Recém-nascido estava com as vias aéreas obstruídas, dificuldade para respirar.
A rápida atuação da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) salvou a vida de um bebê de apenas 11 dias que havia se engasgado com leite materno na noite desta terça-feira, dia 14, por volta das 19h30, em Bom Jesus, no Oeste catarinense. A criança recebeu os primeiros socorros no posto rodoviário, após ter as vias aéreas desobstruídas, foi encaminhada ao Hospital Regional São Paulo de Xanxerê para atendimento médico.
A guarnição estava no posto rodoviário quando percebeu que uma caminhonete estacionou bruscamente em frente à recepção. Em seguida, um casal desceu do veículo carregando o recém-nascido nos braços da mãe e pediu ajuda aos policiais.
Segundo a PMRv, o bebê havia se engasgado com leite materno logo após a amamentação e apresentava as vias aéreas obstruídas, dificuldade para respirar, choro reduzido e coloração arroxeada, indicando uma situação de extrema emergência.
Diante do quadro, os policiais iniciaram imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, seguindo os protocolos de primeiros socorros. O procedimento foi bem-sucedido, permitindo que o recém-nascido retomasse a respiração espontânea e recuperasse a permeabilidade das vias aéreas.
Após estabilizar a criança, os policiais acompanharam a mãe e o bebê até o HRSP, onde ele recebeu atendimento médico especializado.
Veículo capotou, teve a estrutura severamente destruída e derrubou um poste em São Lourenço do Oeste.
Estrutura cedeu durante o processo de enchimento com concreto.
Vítima, de 45 anos, sofreu ferimentos no pescoço, na mão e na perna, o suspeito, de 19 anos, não foi localizado pela Polícia Militar.
Mirella Kern sofreu um infarto, segundo o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). Caso ocorreu em Luiz Alves, no Vale do Itajaí.
Joanderson Santos Silva foi a última pessoa vista com Maria Fernanda Naiser Fragais antes de ela ser encontrada morta com sinais de estrangulamento. Ele é procurado pela polícia.
Taraneh Rahimi é acusada de envolvimento na morte de um integrante da Guarda Revolucionária; irmã gêmea recebeu 36 anos de prisão e família denuncia tortura